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Saúde Sergipe

Lacen acompanha circulação de vírus respiratórios e reforça vigilância laboratorial em Sergipe

Monitoramento contínuo contribui para orientar ações de prevenção e fortalecer a rede de vigilância em saúde

13/03/2026 às 14h42
Por: Redação Fonte: Secom Sergipe
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Fotos: Ascom FSPH
Fotos: Ascom FSPH

O Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen), unidade da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), segue realizando o monitoramento dos vírus associados às doenças respiratórias que circulam no estado. O acompanhamento das amostras analisadas nos primeiros meses de 2026 ajuda a compreender o comportamento desses vírus e a apoiar as ações de vigilância em saúde. 

De acordo com o levantamento do Lacen, foram recebidas 1.240 amostras em 2026 para a realização de testes de vírus respiratórios, das quais 779 apresentaram resultado positivo. No mesmo período de 2025, o laboratório recebeu 2.890 amostras, com 201 resultados positivos. Mesmo com um número menor de amostras analisadas neste ano, os dados mostram uma presença mais expressiva de alguns vírus respiratórios. 

Entre os vírus identificados, o rinovírus e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) apresentam maior número de registros. Em 2026, já foram contabilizadas 352 amostras positivas para rinovírus e 195 para VSR. No mesmo período de 2025 haviam sido confirmados 168 casos de rinovírus e 8 de VSR. Outros vírus respiratórios também aparecem nas análises, como o adenovírus, com 75 registros em 2026, frente a 22 no ano passado, e o influenza, que passou de 2 casos em 2025 para 41 neste ano. 

Para o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, os dados refletem o acompanhamento contínuo realizado pelo laboratório e contribuem para entender melhor a dinâmica dos vírus respiratórios ao longo do ano. “Mesmo com um número menor de amostras recebidas em relação ao ano passado, observamos um crescimento na detecção de vírus respiratórios, especialmente do rinovírus e do Vírus Sincicial Respiratório. Esse monitoramento permite acompanhar como esses agentes estão circulando nas primeiras semanas epidemiológicas de 2026”, informou. 

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Segundo o superintendente, a vigilância laboratorial tem papel fundamental para apoiar a tomada de decisões na saúde pública. “O trabalho realizado pelo Lacen possibilita identificar quais vírus estão circulando e em que intensidade. Essas informações auxiliam a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e os municípios na organização das ações de prevenção, assistência e acompanhamento do cenário epidemiológico”, ressaltou. 

Lacen 

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O Lacen/SE realiza investigação de mais de 250 tipos de diagnósticos laboratoriais divididos nas áreas de biologia médica, animal e ambiental. As análises abrangem as doenças de notificação compulsória como HIV/Aids, hepatites virais, dengue, zika e chikungunya, febre amarela, sarampo, rubéola, hanseníase, tuberculose, raiva, leptospirose, dentre outras.

Fotos: Ascom FSPH
Fotos: Ascom FSPH
Fotos: Ascom FSPH
Fotos: Ascom FSPH
Fotos: Ascom FSPH
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