
O Serviço de Atenção Domiciliar do Hospital Getúlio Vargas (HGV) foi oficialmente certificado pelo Ministério da Saúde com habilitação da Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar (EMAD I) e Equipe Multiprofissional de Apoio (EMAP), que tem como objetivo acompanhar pacientes após a hospitalização. Mesmo antes da habilitação oficial, o serviço já estava em funcionamento, beneficiando mais de 80 pacientes. Nesta quinta-feira (12), o projeto foi apresentado para os supervisores e coordenadores do hospital.
Para a diretora-geral do HGV, Nirvânia Carvalho, a oficialização do programa representa mais segurança para a continuidade do atendimento e ampliação do serviço.
“O Serviço de Atenção Domiciliar do HGV já funcionava e recentemente foi habilitado pelo Ministério da Saúde. Isso representa uma segurança para os pacientes que precisam desse acompanhamento. O objetivo é dar suporte durante o processo de desospitalização, ou seja, após a alta hospitalar, principalmente para pacientes que apresentam maior dependência e necessitam de cuidados contínuos”, explica a gestora.

A coordenadora de enfermagem do Programa Melhor em Casa no HGV, Celeste Nascimento, destaca que os pacientes acompanhados pelo serviço são aqueles que apresentam maior necessidade de cuidados após a alta.
“O programa proporciona uma desospitalização de maneira segura, humanizada e com todo o cuidado necessário para a continuação do tratamento, buscando ampliar o cuidado aos pacientes fora do ambiente hospitalar, garantindo assistência multiprofissional e contribuindo para a continuidade do tratamento em casa”, explica Celeste.
A equipe do programa é composta por médico, enfermeiro, fisioterapeuta, técnico de enfermagem, assistente social, além de nutricionistas, fonoaudiólogo e psicólogos, que realizam visitas e acompanhamento, quando necessário, em suas residências.

De acordo com o fisioterapeuta Lucas Sá, o acompanhamento domiciliar é fundamental para garantir a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes.
“O acompanhamento na volta para casa é muito importante tanto para o retorno das atividades da vida diária quanto para a promoção da qualidade de vida desses pacientes”, destaca o profissional.

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