
O diretor-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Eduardo Topázio, participou, na segunda-feira (09), em Brasília (DF), da abertura do processo de elaboração do Plano Nacional de Ação pelo Resfriamento (PNAR Brasil), iniciativa coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que busca estruturar estratégias para enfrentar o aumento das temperaturas extremas no país e ampliar o acesso a soluções de resfriamento eficientes e sustentáveis.
O evento reuniu representantes do governo federal, gestores públicos, especialistas, organizações internacionais e instituições de pesquisa para discutir caminhos capazes de reduzir os impactos do calor extremo nas cidades e fortalecer a adaptação do Brasil às mudanças climáticas.
A abertura contou com a participação da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; do secretário de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Adalberto Maluf; além de representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
Durante o encontro, Topázio integrou o painel dedicado às experiências práticas de enfrentamento ao calor extremo, apresentando a perspectiva da gestão ambiental da Bahia e destacando a importância da integração entre políticas de meio ambiente, recursos hídricos e planejamento territorial.
“O enfrentamento aos impactos das mudanças climáticas exige planejamento integrado e políticas públicas capazes de conectar gestão ambiental, recursos hídricos e desenvolvimento urbano. Estados e municípios têm papel fundamental nesse processo, porque é no território que as soluções precisam acontecer de forma concreta e adaptada à realidade local”, afirmou.
Construção do plano
Coordenado pelo MMA em parceria com o Pnuma, o PNAR Brasil pretende reduzir as emissões associadas aos sistemas de refrigeração e ampliar o acesso a soluções de resfriamento eficientes, sustentáveis e de baixa emissão de gases de efeito estufa. O plano deverá abordar tanto as emissões diretas, relacionadas aos gases refrigerantes utilizados em equipamentos de ar-condicionado e refrigeração, quanto as emissões indiretas, decorrentes do consumo de energia elétrica desses sistemas.
O PNAR Brasil será elaborado de forma colaborativa, reunindo contribuições de diferentes áreas do governo, instituições de pesquisa, organismos internacionais e representantes da sociedade civil.
A proposta é desenvolver estratégias capazes de reduzir os efeitos do calor extremo nas cidades, ampliar a eficiência energética e fortalecer a adaptação climática. Entre os temas discutidos estão a ampliação de áreas verdes urbanas, melhorias no planejamento das cidades e o uso de tecnologias mais eficientes de climatização.
A iniciativa também prevê a elaboração de um diagnóstico nacional sobre a demanda por resfriamento, a definição de instrumentos de implementação, um cronograma de ações e indicadores para monitorar os resultados. Com a construção do PNAR Brasil, o país busca avançar na adoção de políticas públicas voltadas à proteção da população e ao fortalecimento da resiliência das cidades diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas.
Fonte
Ascom/Inema
Paraíba PBPrev recebe comenda por boas práticas de gestão em Santa Catarina
Bahia Com apoio do Governo do Estado, tenista baiana disputa competição nacional
Paraíba Paraíba reforça promoção internacional junto a 150 agentes de viagens da Argentina
Paraíba Paraíba promove São João e atrativos turísticos em roadshow da Azul Viagens em São Paulo
Alagoas 13ª edição do Tendências e Soluções vai tratar sobre uso de dados na comunicação pública
Cidades Força-Tarefa da Prefeitura retomou buscas por Rosânia no entorno do Rio Verruga às 4h30. Outra equipe está na Limeira Mín. 26° Máx. 27°