
Durante o mês de agosto, a Polícia Civil da Bahia intensificou as ações de enfrentamento à violência contra a mulher, unindo esforços em campanhas de caráter nacional e estadual. Em sintonia com a Operação Shamar, promovida em todo o país, e com a campanha “Nenhuma a Menos”, desenvolvida dentro do movimento Agosto Lilás, a instituição promoveu um trabalho integrado que combinou investigação qualificada, cumprimento de mandados, atendimento às vítimas e iniciativas de prevenção.
O saldo das atividades foi considerado positivo, refletindo o compromisso da Polícia Civil em ampliar a rede de proteção às mulheres. No campo operacional, foram registrados mais de 370 boletins de ocorrência, instaurados 194 inquéritos policiais e concluídos outros 220, sendo a maioria com autoria identificada. Também houve representação por 14 medidas cautelares e solicitação de 133 medidas protetivas de urgência junto ao Judiciário, além da realização de 425 diligências que resultaram em prisões significativas. No período, as equipes efetuaram 44 prisões em flagrante, cumpriram 25 mandados de prisão preventiva e realizaram ainda prisões civis e temporárias, totalizando 34 suspeitos conduzidos às delegacias. Paralelamente, 440 vítimas receberam atendimento especializado, com acompanhamento de medidas protetivas e resgate em situações de risco.
As ações educativas tiveram destaque e alcançaram diretamente milhares de pessoas. Foram promovidas mais de 300 palestras, 39 ações de panfletagem e cerca de 50 campanhas digitais, que juntas impactaram quase meio milhão de cidadãos. As atividades se estenderam a escolas, associações comunitárias e espaços públicos, onde também ocorreram rodas de conversa, workshops e atendimentos itinerantes, garantindo acolhimento e orientação em diferentes localidades do estado.
Para a diretora do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), delegada Juliana Fontes, a atuação reforça o compromisso diário da instituição no combate à violência de gênero. Segundo ela, agosto representou um período de mobilização intensa, mas o trabalho segue de forma contínua. “Investigamos, prendemos agressores, garantimos medidas protetivas e, ao mesmo tempo, levamos informação e acolhimento às comunidades. Essa integração entre repressão e prevenção salva vidas”, destacou.
Com os resultados obtidos, a Polícia Civil da Bahia encerrou o mês de agosto reafirmando sua missão de proteger mulheres em situação de violência, fortalecer a rede de apoio e dar respostas firmes à sociedade, consolidando o equilíbrio entre a repressão qualificada e a prevenção educativa como ferramentas essenciais para salvar vidas.
Fonte: Paloma Simina/Ascom PCBA






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