
Fotos: Izinaldo Barreto- Arquivo
Durante exposições, o piso de todas as baias e dos galpões do Parque de Exposição João Martins da Silva recebe uma camada de maravalha, cuja altura varia entre 15 centímetros e 20 centímetros, de acordo com o peso dos animais. É a chamada cama. O material é o que existe de melhor para a cobertura do piso desses espaços.
As camas de maravalha, que são pequenas lascas de madeira produzidas por máquinas, têm efeito "amortecedor" para as pernas dos animais, protegem os cascos do contato direto com o piso, são de fácil limpeza, oferecem conforto térmico, absorvem a urina mais facilmente e, por ser macia, reduzem o risco de ferimentos ao deitar.
A preparação dessas estruturas é responsabilidade da Secretaria de Agricultura, que adquiriu a maravalha — que neste ano é de eucalipto — de fornecedores que fazem o plantio dessa espécie especialmente para transformar as árvores em camas para os animais.
Não há, portanto, desmatamento para a fabricação dos pequenos pedaços de madeira usados nessas camas, que mantêm os locais mais limpos e com a umidade baixa.
A substituição do material usado nesses espaços será realizada a cada três dias, quando a maravalha deverá apresentar sinais de desgaste devido à absorção da urina dos animais, principalmente. A retirada das fezes pode ser feita todos os dias, caso o expositor ache necessário.
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