
Em quatro anos de existência,o Programa Assistir, iniciativa do governo do Estado, aumentou em cerca de 35% os repasses anuais para hospitais do Rio Grande do Sul. Nos últimos 12 meses, a Secretaria da Saúde (SES) destinou R$ 1,19 bilhão em recursos para diversas instituições da rede de saúde.
Com esse montante, foi possível realizar cerca de 900 mil consultas e de 70 mil cirurgias a mais no Estado, se forem considerados os números de 2021, ano anterior à criação do programa. À época, o repasse para hospitais (entre agosto de 2020 e julho de 2021) foi de R$ 778,4 milhões.
Programa garante a qualificação do atendimento ao cidadão
“Tivemos a missão de desenvolver um programa que solucionasse os desafios existentes no aporte de recursos financeiros aos hospitais. O Assistir tem conseguido cumprir esse papel, ampliando a responsabilidade na execução dos recursos públicos e garantindo a qualificação do atendimento ao cidadão”, explicou a diretora do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da SES, Lisiane Fagundes.
A ampliação do número de procedimentos ocorreu principalmente no caso de consultas e cirurgias eletivas, cuja fila de espera era maior, especialmente nas áreas de oftalmologia, traumato-ortopedia e cirurgia geral, entre outras especialidades.
“A metodologia do Assistir, além de permitir transparência, equidade e isonomia na distribuição de recursos aos hospitais, ainda prevê a atualização de valores para que o Estado não caia na mesma armadilha enfrentada atualmente pela Tabela SUS (referência para os repasses do governo federal no financiamento do Sistema Único de Saúde), ou seja, a adoção de parâmetros desatualizados e valores defasados”, detalhou Lisiane.
Foco no aumento de serviços
Lançado em 2 de agosto de 2021, o programa Assistir promoveu uma distribuição mais equânime e racional dos recursos estaduais entre os hospitais que compõem a rede pública de saúde do Estado.
O critério para a distribuição de valores passou a ser a entrega de serviços à população, que é medida pelos resultados efetivos, como o número de atendimentos em ambulatório ou a complexidade de procedimentos disponível nas portas de entrada hospitalares.
Texto: Ascom/SES
Edição: Secom
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