

A Escola Estadual (EE) Ondina de Paula, localizada no bairro Japiim, zona sul de Manaus, realizou, na sexta–feira (25/04), o evento “Celebração do Dia dos Povos Originários: Cultura, Saberes e Criatividade”, com o objetivo de reconhecer e valorizar a riqueza cultural dos povos indígenas, fortalecendo os vínculos entre a escola, as famílias e a comunidade escolar. Na ocasião, foram trabalhadas apresentações culturais, palestras, rodas de conversas, oficinas, exposições e uma feira criativa com a presença de artesãos indígenas.
Incentivar a preservação de aspectos culturais, como as línguas, danças e costumes, em busca de valorizar a manutenção da tradição dos povos originários do Amazonas, têm feito parte das ações promovidas pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar por meio da Educação Indígena. O evento se destaca como uma iniciativa que faz a diferença na promoção da inclusão e do protagonismo originário.
Com a fala inicial do professor Orlando Baré, da Gerência de Educação Escolar Indígena (GEEI), os alunos puderam conhecer a versão em Tupi Guarani do Hino Nacional Brasileiro, além de se familiarizar com alguns termos indígenas. O professor falou sobre a importância de enxergar cada um dos povos originários a partir de suas particularidades e culturas próprias, sem estereotipá-los.
O evento seguiu com as oficinas realizadas por artistas convidados que abordaram temas como fotografia, colagem, poesia e cordel, além de uma palestra sobre noções de roteiro para quadrinhos e uma roda de conversa sobre moda indígena. A ideia da diretora da unidade escolar, Patrícia Regis, era que o mês dos povos originários tivesse uma programação diversa na escola, mostrando as várias maneiras que essa cultura pode se apresentar.


“A gente achou muito interessante valorizar, trazer a história do nosso povo para mostrar as nossas raízes indígenas e, assim, complementar os estudos e ensinar os alunos da nossa escola”, afirmou a diretora.
Reconhecimento identitário
Os estudantes puderam conhecer também um pouco sobre artesanato e pinturas corporais indígenas, expressões artísticas culturais carregadas de significados simbólicos e sociais. Além disso, foram também apresentadas danças retratando as lendas da Amazônia, proporcionando momentos de reflexão e aprendizado sobre os saberes ancestrais, os desafios enfrentados pelos povos originários e sua importância na construção da sociedade atual.
“Aqui na escola, nós buscamos desenvolver, por meio da união interdisciplinar dos professores das áreas das ciências humanas, eu que sou das ciências da natureza, um evento que faça a integração desses saberes a partir dos conhecimentos tradicionais”, afirmou a coordenadora do evento, Larissa Reis.
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