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Protocolos de higiene tornam hospitais mais seguros

As diretrizes da higienização hospitalar se mostram cada vez mais necessárias.

04/05/2022 às 10h40
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Agência Dino
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Nos últimos dois anos, as clínicas de saúde e os hospitais precisaram redobrar os cuidados com a higienização hospitalar por conta de uma intensa crise sanitária. Porém, cerca de um ano antes da chegada da pandemia, as infecções hospitalares já atingiam 14% das internações realizadas por hospitais brasileiros, segundo um levantamento feito pelo Ministério da Saúde. Para garantir a segurança da população, os espaços de atendimento e acolhimento de pacientes devem seguir protocolos de prevenção e métodos de limpeza apropriados.

No Brasil, tanto a rede pública de saúde quanto as redes particulares são regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por avaliar o grau de risco de contaminação em ambientes hospitalares, o uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além de acompanhar a prática e regularidade dos métodos de limpeza. Sendo que, o descumprimento das normas e dos padrões estabelecidos pela agência podem acarretar em punições. 

O CEO da fabricante de escovas para higienização Weinberger destaca a importância de prestar uma atenção especial para as áreas de circulação comum, que reúnem pontos de alto contato. "Corrimões, maçanetas, bancadas, interruptores e torneiras são alguns exemplos de áreas que estão sujeitas a acumular vírus e demais microrganismos por conta do constante contato com pessoas normalmente enfermas”, diz Jefferson Heinz.

Ele também ressalta que é preciso ter uma clara compreensão sobre o propósito dos métodos de limpeza e produtos recomendados pelos protocolos.  “Não se deve realizar uma varredura seca em ambientes como hospitais ou utilizar espanadores de pó, por exemplo, pois a poeira que sobe com essa ação pode potencializar crises respiratórias, além de espalhar vírus presentes em determinadas superfícies”, explica Heinz.

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Para limpeza pesada de pisos de banheiros em hospitais, que podem acumular sujidades, lodo e crostas de azulejos, a Anvisa recomenda o uso de materiais para higienização com cabos mais longos e resistentes, que não devem ser reutilizados em outros espaços. Também se recomenda o uso combinado com produtos próprios para limpeza úmida. 

Para determinadas áreas em hospitais é exigida uma rotina de desinfecção ou esterilização, diante da necessidade, por meio de produtos químicos, para garantir a eliminação de microrganismos prejudiciais à saúde. Em casos de infecções hospitalares, os locais de permanência dos pacientes, como os leitos, precisam ser isolados e os protocolos de segurança precisam ser ativados com prontidão.

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Segundo o CEO da Weinberger, os cuidados estabelecidos durante os pontos críticos da pandemia guiarão os setores da saúde pelos próximos anos no que diz respeito à higienização dos espaços. “Além do cumprimento das diretrizes fornecidas pelos órgãos competentes, hospitais e clínicas também precisam contar com um Procedimento Operacional Padrão , que deve incluir as orientações de produtos e forma limpeza dos espaços, para diminuir os riscos apresentados por locais com criticidade infecciosa'', orienta Jefferson Heinz.

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