
Visando a segurança dos pacientes e profissionais na Rede Hospitalar de Urgências e Emergências do Estado de Sergipe, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) iniciou a implantação da Política Institucional ‘Adorno Zero’. O uso de adornos, como anéis, pulseiras, brincos e relógios, aumenta significativamente o risco de infecções, pois dificulta a correta higienização das mãos e pode servir como reservatório de microrganismos. Além disso, esses objetos representam um risco ocupacional, podendo causar acidentes durante procedimentos assistenciais.
“Ao adotar a política de ‘Adorno Zero’, reforçamos nosso compromisso com a qualidade da assistência e a segurança do ambiente hospitalar. Contamos com o engajamento de todos os profissionais para que essa medida seja efetiva e contribua para a redução das infecções relacionadas à assistência à saúde, promovendo um cuidado mais seguro e humanizado para nossos pacientes”, destaca o diretor operacional da SES, Waltenis Júnior.
Essa iniciativa está em conformidade com as normas de segurança e prevenção de incidentes, além de seguir a recomendação da Procuradoria Geral do Estado (PGE), conforme expressa no Processo nº 35293/2024 e formalizada pelo Parecer nº 6504/2014. Dentre as estratégias para mitigar os riscos à segurança do paciente estão o investimento em treinamento contínuo das equipes de saúde, garantindo que todos estejam atualizados sobre as melhores práticas e protocolos de segurança. Essas estratégias têm como objetivo criar um ambiente mais seguro e eficiente, reduzindo a probabilidade de eventos adversos e aprimorando a qualidade do atendimento prestado.
Ação
O Hospital da Criança Dr. José Machado de Souza, equipamento da SES, está entre os que já iniciaram a implantação da política do ‘Adorno Zero’ entre os profissionais da saúde. Para colocar em prática a medida, nesta quinta-feira, 30, a unidade hospitalar realizou uma ação de conscientização entre os profissionais, onde foram distribuídas caixinhas personalizadas para os profissionais guardarem os seus acessórios pessoais durante o período de trabalho. A iniciativa visa o fortalecimento das ações de segurança dos pacientes e profissionais de saúde.
“Eliminar esses itens no ambiente hospitalar contribui para a prevenção de infecções hospitalares e para um cuidado mais seguro e eficiente”, ressalta a superintendente do Hospital da Criança, Catharina Costa.






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