
A Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (DIVISA) realizou, nesta sexta-feira (06), um treinamento sobre coleta de água nos serviços de competência da vigilância sanitária (saúde, alimentação e medicamentos). O treinamento aconteceu no auditório do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) para os fiscais da Vigilância Sanitária que realizam inspeção e fazem coleta da amostra de água para análise físico-química e microbiológica.
Na programação, a técnica em saneamento e fiscal sanitário da DIVISA, Francisca Oliveira, apresentou o Procedimento Operacional Padrão (POP) de coleta de água, bem como orientou os profissionais sobre o preenchimento do termo e a conduta da coleta. “No momento teórico, nós também colocamos um vídeo mais explicativo sobre a coleta de água e apresentamos o material que é utilizado durante esse processo”, disse Francisca Oliveira.
Os laudos de coleta de amostras de água com resultados satisfatórios realizados em estabelecimentos regulados pela DIVISA de alta complexidade de saúde é um dos indicadores avaliados, tanto no Plano Plurianual do Governo do Estado de 2024 a 2027, como no Projeto de Desenvolvimento Humano (PDH), financiado pelo Banco Mundial.

A coleta de água para análise é feita pela Vigilância Sanitária do Estado em farmácias de manipulação, clínicas de hemodiálise, hospitais com leitos de UTI, hospitais que realizam cirurgias, indústrias farmacêuticas e farmoquímicas, clínicas de oncologia, indústrias de águas minerais e águas adicionadas de sais.
“A equipe da Vigilância Sanitária está habilitada, com a qualificação necessária para colher as amostras de água desses estabelecimentos dentro dos padrões, conforme determina as legislações sanitárias vigentes”, afirmou a diretora da DIVISA, Tatiana Chaves.
Após a coleta, as amostras são encaminhadas para o Laboratório Central do Piauí (Lacen-PI) para análise. Os resultados da análise são enviados para os estabelecimentos, juntamente com o relatório elaborado pela Vigilância Sanitária.
“Caso seja identificada alguma não conformidade no resultado da amostra, o serviço é notificado e são exigidas as adequações com prazos para serem cumpridos. Após esse prazo, é feita uma nova coleta no estabelecimento para verificar se a qualidade da água segue o padrão exigido pelas legislações sanitárias”, explicou Tatiana Chaves.
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