
O Instituto do Meio Ambiente do Acre (Imac) participou, nessa terça-feira, 10, de uma visita técnica ao Memorial Parque, o primeiro cemitério vertical biosseguro público do Estado de São Paulo, localizado em Itapevi (SP). O objetivo é conhecer a modalidade vertical de sepultamento implantada, bem como os benefícios ambientais associados a essa prática, que irão subsidiar na criação de uma resolução que estabelecerá critérios técnicos para o licenciamento ambiental de cemitérios no Acre.

Participaram da visita, representando o Acre, os engenheiros da Divisão de Indústria, Serviços e Resíduos (Disre) do Imac, Joel Ferreira e Cinara Cordeiro, que compõem o Grupo de Trabalho (GT) responsável pela elaboração da minuta da resolução.
“A atividade de sepultamento e as atividades funerárias são passíveis de licenciamento ambiental e são regulamentadas pelo Imac. Esse licenciamento se aplica tanto em Rio Branco quanto nos demais municípios do estado. Atualmente, estamos participando de um grupo de trabalho que está elaborando uma minuta de resolução para o licenciamento ambiental dos cemitérios no Acre, abrangendo tanto os novos empreendimentos quanto o passivo ambiental dos cemitérios já existentes. A tecnologia e os processos observados no Memorial Parque representam uma alternativa viável e sustentável para os futuros cemitérios no nosso estado”, afirmou Joel Ferreira.
Equipado com lóculos hermeticamente fechados, fabricados em fibra de vidro, o cemitério evita a poluição ambiental ao permitir que os gases sejam tratados e liberados de maneira controlada, resultando em um sepultamento mais seguro, sem contaminação do ar, do solo ou do lençol freático, além de reduzir o nível de enxofre lançado na atmosfera.
O diretor administrativo do Memorial Parque, Luiz Fernando Aguiar, explicou que a configuração vertical do cemitério maximiza o uso do espaço.
“A cada túmulo convencional, o sistema vertical permite a acomodação de até sete sepulturas, otimizando o espaço e aumentando a eficiência. O processo de sepultamento também foi agilizado: enquanto um sepultamento convencional leva cerca de 55 minutos, no Memorial Parque esse tempo é reduzido para apenas 10 minutos”, explicou.

Luiz Aguiar ressaltou, ainda, que “o sistema rotativo empregado, resolve a necessidade de novas sepulturas ao longo do tempo. Os corpos permanecem nos lóculos por três anos e são posteriormente movidos para um ossário identificado, permitindo a reutilização dos espaços”.
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