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Câmara analisa proposta de fundo de infraestrutura social; acompanhe

A Câmara dos Deputados analisa neste momento o Projeto de Lei 858/24, do Senado, que autoriza o Poder Executivo a criar o Fundo de Investimento em ...

11/07/2024 às 14h28
Por: Redação Fonte: Agência Câmara
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Mário Agra / Câmara dos Deputados
Mário Agra / Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados analisa neste momento o Projeto de Lei 858/24, do Senado, que autoriza o Poder Executivo a criar o Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), a fim de financiar equipamentos e serviços nas áreas de educação, saúde e segurança pública.

O relator, deputado José Guimarães (PT-CE), recomendou a aprovação do texto. “Esses investimentos são fundamentais para garantia de direitos sociais, redução das desigualdades e estímulo ao crescimento econômico a longo prazo”, disse. Ele anunciou ainda que acatará emendas apresentadas pela bancada do PL.

O fundo deverá ser administrado por um comitê gestor coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, conforme regulamento, e terá como agente financeiro o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os recursos poderão financiar a educação infantil, a educação fundamental e o ensino médio; a atenção à saúde pública primária e especializada; a melhoria da gestão da segurança pública; e outras atividades definidas pelo comitê gestor.

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O texto em análise determina também que os recursos para o novo fundo virão de dotações orçamentárias, empréstimos e convênios. Segundo o autor do projeto, senador Confúcio Moura (MDB-RO), seriam R$ 10 bilhões já em 2025.

Nordeste
Além da criação do FIIS, o texto aprovado autoriza ainda os agentes operadores a renegociarem as operações de crédito, quando necessário, naquelas iniciativas que contam com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE).

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“Desse modo, as renegociações feitas principalmente pelo Banco do Nordeste no âmbito do FDNE passarão a ser resguardadas pelas normas das finanças públicas e pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, destacou o deputado José Guimarães.

Segundo o relator, as mudanças permitirão a continuidade das obras da ferrovia Transnordestina. “Esse projeto não altera regra do regime fiscal ou a exigência de que os recursos constem da lei orçamentária”, afirmou o parlamentar.

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