
O estímulo à iniciação científica na Educação Básica na Bahia tem mostrado resultados expressivos, refletindo o apoio da Secretaria da Educação do Estado (SEC) no desenvolvimento de pesquisas e na participação de estudantes e professores em eventos acadêmicos. O investimento em escolas modernas — incluindo laboratórios equipados — e em programas de formação de novos pesquisadores incentiva os estudantes a desenvolverem projetos em áreas como sustentabilidade, saúde e tecnologia, integrando as escolas com a comunidade.
O Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), que funciona no Colégio Estadual Central da Bahia, no bairro de Nazaré, em Salvador, é um exemplo de sucesso, expandindo o aprendizado dos alunos com a oferta de oficinas e atividades do Clube de Ciências. A professora Laísa Brandão é responsável pelas oficinas de Sementes da Bahia e Minha Flora, auxiliando os alunos a desenvolverem uma percepção mais sensível do mundo. “Com a Educação Científica, o estudante começa a perceber o seu lugar na sociedade e o quão longe consegue ir com a continuação dos estudos”, diz Laísa, destacando os resultados alcançados pelos alunos em eventos científicos nacionais e internacionais.
Como o estudante Nícolas Natale, de 17 anos, que está concluindo o Ensino Médio, no Colégio Central e participará de três feiras internacionais, uma na Colômbia e duas no Paraguai, com seu projeto “Papel 100% orgânico de Sanseviéria trifaciada”, baseado na planta Espada-de-São Jorge. “No CJCC, encontrei incentivo para focar em pesquisas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Observando folhas secas da planta, notei sua semelhança com papiros egípcios”, afirma, revelando sua inspiração para a criação de papel biodegradável. Ele destaca a importância do apoio da SEC para a participação dos alunos em eventos científicos. Nícolas deseja ser biólogo e seguir na pesquisa, buscando soluções para problemas como as mudanças climáticas.
Protagonismo — Mais do que a conquista dos prêmios, a participação em eventos nacionais e internacionais é um estímulo ao protagonismo estudantil e a permanência dos estudantes nas carreiras científicas. Os estudantes, Everton Ribeiro Silva, Francine Oliveira Barbosa e Ariane Silva Santos, a partir da dinâmica “Trilha Urbana”, oferecida pelo CJCC de Salvador, realizaram visitas ao espaço do Dique do Tororó e desenvolveram o projeto “Inventário verde: reconhecimento e valorização da flora do Dique do Tororó”.

O trabalho, que propõe a confecção de placas de identificação com QRCode das espécies de vegetais existentes no Dique do Tororó, foi apresentado, em maio deste ano, na Expo Nacional Milset Brasil e foi credenciado para participar, em setembro, do Encontro Sul Americano de Ciências e Tecnologia, no Paraguai. Os estudantes explicam que a ideia surgiu para valorizar e popularizar o conhecimento sobre as espécies presentes na área para a população que frequenta o espaço.
Fonte: Ascom/SEC
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