
Presídios subordinados à Secretaria de Estado da Administração Penitenciária ( SAP ) inscreveram 15.504 reeducandos na 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas ( Obmep ), a maior competição científica do país. Houve um aumento de 0,43% em relação ao número anterior.
Os exames são divididos por grau de escolaridade: Nível 1 (6º e 7º anos do Ensino Fundamental), Nível 2 (8º e 9º anos) e Nível 3 (Ensino Médio). Os números estão distribuídos da seguinte maneira: no nível 1, são 3.461 inscritos; no nível 2, são 4.285; no nível 3, são 7.758. No dia 2 de agosto, a organização divulgará os classificados para a segunda fase, prevista para ocorrer no dia 19 de outubro.
Premiação
A Olimpíada premia separadamente alunos de escolas públicas e privadas. Aos primeiros colocados serão concedidas 500 medalhas de ouro, 1,5 mil de prata e 4,5 mil de bronze, além de 45 mil certificados de menção honrosa. Estudantes de instituições particulares receberão 150 medalhas de ouro, 450 de prata e 1.350 de bronze, além de 6 mil certificados de menção honrosa.
Desde 2012, os reeducandos custodiados na SAP participam dessa olímpiada, sendo premiados nas edições anteriores com cinco medalhas: uma de bronze, três de prata e uma de ouro. Inclusive, essa premiação máxima foi a primeira obtida por um recluso no Brasil, na edição de 2017, feito realizado por um reeducando colombiano alojado à época na Penitenciária de Itaí. Além das medalhas, nas edições anteriores, centenas de custodiados receberam o certificado de menção honrosa pelos resultados obtidos em matemática.
Preparo
Com o objetivo de preparar as pessoas privadas de liberdade para o retorno à vida em sociedade, a SAP e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo ( Seduc-SP ) vêm estimulando, cada vez mais, os reeducandos a participarem da Olímpiada de Matemática.
Realizada pelo Instituto Nacional de Matéria Pura e Aplicada ( Impa ), a Obmep é uma realidade no sistema prisional paulista e a participação dos reeducandos ocorre por meio das escolas vinculadoras, que são geridas pela Seduc nas unidades penitenciárias. Essas escolas ofertam o ensino formal às pessoas privadas de liberdade que não possuem formação escolar concluída, com a realização dos cursos de Ensino Fundamental e Médio.
Por meio de parceria da SAP com outras instituições, os reclusos também participam de cursos de línguas, profissionalizantes e do Ensino Superior.
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