
Culturalmente instruída a medir a inteligência através do QI (quociente de inteligência), a sociedade agora contempla uma visão mais abrangente sobre as conexões neurais que ultrapassam essa métrica. De acordo com o trabalho pioneiro de Alfred Binet, um psicólogo francês, o QI, uma medida padronizada desenvolvida para avaliar capacidades cognitivas, como lógica e razão, corresponde apenas a 20% das complexas redes neurais disponíveis em cada indivíduo. Os restantes 80%, essenciais para as competências humanas, residem no QE (quociente de emoção).
Segundo especialistas, o QE engloba fatores comportamentais como motivação, autocontrole e empatia, representando até 80% das conexões neurais. A Inteligência Emocional, um conceito da Psicologia, refere-se à capacidade de reconhecer e avaliar os próprios sentimentos e os dos outros, assim como lidar eficientemente com eles.
A professora de Contabilidade e Recursos Humanos no Centro Universitário UniPaulistana, a especialista e Mestre em Controladoria e Finanças, Cristiane Oliveira, afirma que "o QI e o QE, embora distintos, convergem para o mesmo objetivo, integrando os indivíduos de forma completa. Essa integração promove a redução de atritos nas relações sociais, eliminando conflitos internos e externos tanto na vida pessoal quanto profissional."
Num processo de desenvolvimento com fases distintas, o primeiro desafio é a fase primária do autoamadurecimento, onde a experiência pessoal de cada indivíduo é fortalecida por conceitos técnicos. O QI, sendo estável e imutável, serve como estrutura para o QE, que é adaptável e mutável, mostrando a interdependência entre eles para alcançar o equilíbrio.
Na segunda fase, são admitidas categorias de indicadores de pontos positivos, como moderação, otimismo, valorização das pequenas conquistas e foco nas soluções. Pontos a serem melhorados incluem exagero, precipitação, impulsividade e negligência. Segundo Cristiane Oliveira, “o comportamento estável e autoconsciente, fundamental para o sucesso pessoal e profissional, inicia-se pela honestidade consigo mesmo, revelando e aceitando o teor dos próprios pensamentos”.
Trabalhando ativamente no fortalecimento dos pontos positivos e minimizando as áreas a serem melhoradas, percebidas através dos sentimentos e emoções, estabelecem-se compromissos com o futuro. A prática da Inteligência Emocional contribui para o desenvolvimento de novos hábitos, organização dos pensamentos, melhora no rendimento pessoal, alívio das tensões e combate à ansiedade.
Assim, fortalecendo o bom funcionamento da estrutura pensar, sentir e agir, a Inteligência Emocional promove harmonia e bem-estar nas relações intrapessoais e interpessoais, seja no âmbito social, pessoal, profissional ou afetivo.
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