
Em decorrência das inundações causadas pela elevação dos níveis dos rios e também igarapés, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu a situação de emergência decretada em 17 das 22 cidades do Estado do Acre no último domingo, 25, pelo governador Gladson Cameli.
Os municípios atingidos pelo transbordamento dos rios e igarapés que estão em estado de emergência são Assis Brasil, Brasileia, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Walter, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri.
O Rio Acre continua acima da cota de transbordo e na manhã desta quinta-feira, 29, chegou a 16,82 metros, na capital.
Em Brasileia, nesta quarta-feira, 28, o Rio Acre atingiu a marca de 15,56m, ultrapassando a cheia histórica de 2015, onde o Rio alcançou 15,55m. Com cerca de 75% da cidade afetada, o município de Brasileia está isolado por via terrestre, a locomoção só é possível por meio fluvial e 15 instituições da cidade estão alagadas.
Visando atender à população do município, neste primeiro momento, o governo enviou a Brasileia, de forma emergencial, 300 galões de cinco litros de água mineral, 300 cestas básicas, um barco com motor e três caminhonetes.
O governador do Acre, Gladson Cameli, visitou Brasileianesta quarta-feira,28 , para prestar apoio as famílias alagadas. Segundo a Defesa Civil Estadual, na medição do Rio Acre das 18h do dia 28, o manancial apresentou três centímetros de vazante, alcançando a marca de 15,55m.
Com base nos dados de ocorrências disponibilizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) nas 11 cidades mais críticas, há 70 abrigos públicos atendendo 6.627 pessoas desabrigadas. Além disso, há 13.555 pessoas desalojadas, ou seja, que foram para casa de familiares ou amigos.
Pessoas desabrigadas: 1.106
Pessoas desalojadas: 702
Nº de bairros atingidos: 39
Abrigos: 10
Pessoas desabrigadas: 232
Pessoas desalojadas: 1.500
Nº de bairros atingidos: 13
Abrigos: 2
Pessoas desabrigadas: 161
Pessoas desalojadas: 444
Nº de bairros atingidos: 6
Abrigos: 6
Pessoas desabrigadas: 253
Pessoas desalojadas: 2487
Nº de bairros atingidos: 5
Abrigos: 2
Pessoas desabrigadas: 340
Pessoas desalojadas: 125
Nº de bairros atingidos: 4
Abrigos: 4
Pessoas desabrigadas: 1.706
Pessoas desalojadas: 2.061
Nº de bairros atingidos: 4
Abrigos: 7
Pessoas desabrigadas: 195
Pessoas desalojadas: 5
Nº de bairros atingidos: 3
Abrigos: 2
Pessoas desabrigadas: a contabilizar
Pessoas desalojadas: 2.150
Nº de bairros atingidos: 4
Abrigos: 11
Pessoas desabrigadas: 521
Pessoas desalojadas: 960
Nº de bairros atingidos: 2
Abrigos: 6
Pessoas desabrigadas: 911
Pessoas desalojadas: 1.011
Nº de bairros atingidos: 13
Abrigos: 16
Pessoas desabrigadas: 192
Pessoas desalojadas: 2.110
Nº de bairros atingidos: 3
Comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas atingidas: 119
Abrigos: 4
Para solicitar atendimento em decorrência das chuvas, basta entrar em contato com o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), por meio do 193.
Há um efetivo empenhado (Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e secretarias de Estado) para atender as famílias necessitadas.
Obs: Os números podem sofrer alterações de acordo com o horário de divulgação deste boletim.
Confira o relatório direto no site do Corpo de Bombeiros.
Segundo o Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma), baseado em dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), nesta quinta-feira, 29, muitas nuvens carregadas se desenvolvem pelo Acre por conta do fluxo de umidade que segue intenso na região. A previsão é de pouco sol com o tempo variando de nublado a encoberto, podendo chover a qualquer hora do dia em todas as regiões acreanas. Há possibilidades de grandes acumulados de chuva em algumas regiões do estado.
Todos os dados são concentrados pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) por meio do Cigma, onde funciona a sala de situações e monitoramento ambiental.
Para prevenir acidentes, a concessionária de energia elétrica Energisa orienta aos clientes afetados pela cheia a não tentar consertar eventual falta de energia. Se a casa for atingida pela água da enchente, desligue o disjuntor de energia (chave geral).
A empresa atua sempre em parceria com a Defesa Civil e Corpo de Bombeiros para avaliar ou realizar o desligamento da energia por motivo de segurança das equipes que estão atuando no resgate das famílias atingidas pelas águas.
A Energisa reforça que, ao identificar algum perigo com a rede elétrica, o cliente deve entrar em contato pelos canais de atendimento: aplicativo Energisa ON, Gisa (www.gisa.energisa.com.br) e call center 0800-647-7196.
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