
Uma evidência do machismo, e mais um motivo para a união de todos que almejam justiça social, um governo focado no desenvolvimento social e no fim do machismo, da misoginia e do feminicídio no Brasil.
“Precisamos refletir. É esse opais que queremos? De um governo machista, que faz pouco caso da morte de uma parlamentar negra, que faz pouco caso de uma pandemia, pouco caso do povo. São quatro anos sem total respostas sobre os mandantes do crime de Marielle que chocou o mundo”, disse. "Marielle hoje é mais que uma vereadora que foi vítima da violência política e do machismo, ela é um nome de esperança, que traz força, que levanta questionamentos por um país melhor”, declarou.
Segundo Marta Rodrigues, está evidente que há um desinteresse em descobrir quem mandou matar a parlamentar por diversos motivos, a começar o pelo que se pode desencadear na política brasileira.
“E isto nos mostra o tanto do machismo com o qual vivenciamos. Não é só uma questão política. É machista. Se fosse um homem, teria a mesma demora? Em quatro anos foram cinco delegados da Polícia Civil e ao menos dez promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro. Até hoje nenhum conseguiu responder à pergunta repetida em protestos: quem mandou matar Marielle Franco?”, destacou.
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