
A Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família inicia nesta quinta-feira, 9, uma série de capacitações sobre revelação espontânea com orientações para a não revitimização da violência contra crianças e adolescentes. O primeiro município a ser atendido foi São Ludgero, mas a intenção é levar o projeto para outras regiões do estado.
A capacitação, ministrada pela Diretora de Assistência Social, Gabriella Dornelles, está sendo realizada em duas turmas no Centro Multiuso e tem como base a Lei 13.431/2017, que estabelece o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente vítima ou testemunha de violência.
De acordo com Gabriela, capacitar o Sistema de Garantia de Direitos dos municípios, que inclui profissionais da Assistência Social, Educação, Saúde, Segurança Pública, Conselho Tutelar, entre outros, é fundamental. Afinal, todos precisam estar preparados tecnicamente para ouvir a revelação espontânea e saber acolher as revelações sobre a violência.
“A Assistência Social integra a rede que atende essas crianças, mas é uma corresponsabilidade de todos os envolvidos. Por isso, estamos realizando essa capacitação que também traz orientações sobre os encaminhamentos corretos a serem feitos para não revitimizar as crianças e adolescentes e prestar o atendimento mais célere e adequado às violações vividas”, explica.
A consultora Executiva da SAS, Simone Machado, que acompanhou a capacitação, comenta que a revelação espontânea é quando uma criança conta que foi vítima de violência, no entanto isso dificilmente é feito de forma explícita e pode ocorrer por meio de breves relatos, alguns comportamentos ou simplesmente em falas soltas. “Os profissionais que atuam no dia a dia devem identificar os relatos e entender quais são os encaminhamentos adequados a serem feitos, de acordo com cada situação, para que a criança seja protegida e receba atendimento eficiente que ajude a superar a situação de violência”.
A secretária de Assistência Social, Mulher e Família, Alice Kuerten, comenta que as capacitações são importantes para repassar modelos de fluxo, protocolos e orientações para que os municípios executem essa lei de forma adequada e realmente garantam os direitos das crianças e adolescentes.
Os municípios interessados em receber a capacitação podem entrar em contato com a SAS para fazer o agendamento.
Texto: Helena Marquardt
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família
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