
O decreto nº 11.042, de abril deste ano, tornou opcional o uso de máscaras faciais em locais abertos e fechados. No entanto, a medida não é válida para locais destinados a prestação de serviço em saúde. Com o aumento do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag), a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) reforça à população as instruções sobre os cuidados dentro das unidades de hospitalares.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Regulação de Leis da Sesacre, Ana Claudia Onofre, a população está se dirigindo às unidades de saúde sem máscara, o que colabora com a propagação do vírus de covid-19, influenza e outros. A UPA do 2º Distrito de Rio Branco, por exemplo, tem recebido diariamente cerca de 500 pessoas, boa parte com sintomas de síndromes gripais.
“Além da obrigatoriedade do uso de máscaras nas unidades hospitalares, também temos uma preocupação devido ao fato de que a unidade hospitalar é um ambiente contaminado, onde há vírus e bactérias que não são comuns em locais fora dos hospitais”, explica a coordenadora.

Com isso, a Sesacre tem alertado as equipes quanto ao cumprimento do decreto e orientação dos usuários da Rede de Saúde. Onofre informa ainda que as pessoas que procuram atendimento sem máscara, mas apresentam quadro de saúde estável e não correm risco de vida, podem não receber o atendimento.

“Estamos orientando e pedindo que as pessoas tragam suas máscaras. Pega uma na gaveta, deixa dentro da bolsa. Porque, para procurar atendimento, tanto na UPA do 2º Distrito, como em outras UPAs e unidades de saúde, é obrigatório o uso da máscara”, informou Ana Claudia.








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