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PS, UPA ou Atenção Básica? Saiba onde buscar atendimento em caso de síndromes gripais

Muita gente ainda tem dúvida sobre onde buscar atendimento em caso de síndromes gripais. Um dos pontos a serem observados são os níveis de sintomas...

22/06/2022 às 13h45
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Secom Acre
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Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Muita gente ainda tem dúvida sobre onde buscar atendimento em caso de síndromes gripais. Um dos pontos a serem observados são os níveis de sintomas do paciente.

O chefe da Rede de Urgência e Emergência, Edvan Meneses, esclarece que há diferença entre as portas de entrada para atendimento na rede pública de saúde do Acre. Se a criança apresenta sintomas leves, como febre que baixa com uso de antitérmicos, não há necessidade de acompanhamento hospitalar e o ideal é buscar atendimento nas unidades básicas de saúde, os postos de saúde e as Unidades de Saúde da Família (USF).

“Nosso principal ponto de atenção é a unidade básica, porque é ela que vai fazer com que os quadros não evoluam para bronquiolites, pneumonia, que são quadros já de média e alta complexidade”, explica.

Saúde esclarece linha de atendimento em unidades de saúde e alerta sobre a importância de evitar agravamento de casos de síndromes gripais.  Foto: Odair Leal/Secom
Saúde esclarece linha de atendimento em unidades de saúde e alerta sobre a importância de evitar agravamento de casos de síndromes gripais.  Foto: Odair Leal/Secom

Média complexidade

Na assistência pré-hospitalar estão as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que são unidades de urgência e emergência para serviços de média e alta complexidade, funcionando como ‘meio-termo’ entre unidades de saúde e hospitais. O atendimento é realizado de acordo com a classificação de risco.

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“Caso a criança demore a reduzir os sintomas deve-se procurar a UPA e, em último caso, a unidade terciária, de alta complexidade, que é o Pronto-Socorro”, reforça Edivan.

Atualmente, a rede estadual de saúde do Acre conta com três UPAs, todas equipadas e com profissionais para receber pacientes.

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Na linha de cuidado há os graus de complexidade, onde o maior ponto de atenção é a atenção primária. “Se o paciente der entrada na UPA e houver necessidade, então haverá o encaminhamento ao Pronto-Socorro, que é o que precisamos evitar, porque aí já chegou ao estado grave”, alerta Edvan.

O chefe da Rede chama a atenção para o período sazonal, quando há significativo aumento do número de casos de síndromes gripais e doenças respiratórias: “Todos os anos nós passamos por isso, porém este ano há um fator a mais, passamos dois anos isolados e este ano todos saíram do isolamento. Perdemos o costume de ir ao postinho, a taxa vacinal está muito baixa e isso tudo colabora para que o número de casos aumente, assim como a gravidade dos casos”.

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Urgência e Emergência

O Pronto-Socorro tem foco no atendimento de urgência e emergência graves, de alta complexidade. Localizado na região central de Rio Branco, realiza uma média de 250 a 300 atendimentos durante o fim de semana, sendo que 80% desses casos poderiam ser resolvidos em unidades básicas ou UPAs, o que provoca a superlotação e o aumento do tempo de espera.

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