
Tampouco é admissível que as investigações estejam sendo guardadas pelo sigilo, omissão que prenuncia a impunidade.
Em qualquer país que não tivesse regredido tanto nos padrões civilizatórios, os algozes de Genivaldo estariam presos e submetidos a medidas compatíveis com a natureza do crime que praticaram – a necessária prisão preventiva prevista no Código Penal Brasileiro, como querem as Ouvidorias de Polícia de seis Estados e inúmeras entidades da sociedade civil, corroborando o pedido da família.
A ABI, coerente com a defesa dos valores democráticos que fazem parte da sua história centenária, seguirá somando forças com as entidades democráticas e exigindo: a) imediata decretação da prisão preventiva dos algozes de Genivaldo; b) o imediato fim do sigilo no Inquérito e total transparência na condução das investigações; c) acompanhamento das investigações, junto ao MP federal pelas entidades da sociedade civil, às quais a ABI se associa para exigir JUSTIÇA!
Basta de impunidade!
Chega de barbárie!
Rio de Janeiro, 13 de junho de 2022
COMISSÃO DE DEFESA DA LIBERDADE DE IMPRENSA E DOS DIREITOS HUMANOS
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