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Salvador, BA

Política FRAGMENTAÇÃO

Adolfo Menezes diz que bancadas estaduais e federais estão fechadas com a liderança do senador Otto Alencar.

“Não tem discussão sobre a liderança de Otto”.

31/01/2026 às 22h59 Atualizada em 31/01/2026 às 23h10
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Gabinete Deputado Adolfo Menezes
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Foto: Divulgação / Vaner Casaes
Foto: Divulgação / Vaner Casaes
Ex-presidente da Assembleia Legislativa – ALBA, deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) disse que continua nas articulações para um “quieta e acomoda” no campo governista para a sucessão estadual baiana, mas que os deputados estaduais e federais do PSD fecham com a posição tomada pelo senador Otto Alencar. “Não tem discussão sobre a liderança de Otto. Antes mesmo de toda esta celeuma, sob a liderança do senador, as bancadas estaduais e federais já haviam fechado posição no apoio às reeleições do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues. ‘A política é nuvem’, como dizia o governador mineiro Magalhães Pinto, mas é também a lealdade e o cumprimento do que é acordado”, enfatiza Menezes.
 
Sobre a posição do senador Angelo Coronel nas eleições de outubro, Adolfo diz que a decisão é “absolutamente personalíssima”. “Coronel é meu amigo mesmo antes da política, através da distinção que eles tiveram com o meu irmão Herculano Menezes, que ficava hospedado na casa da família, em Coração de Maria, quando ainda era médico. Sou amigo dele, de Diego e Angelo Filho. E continuarei sendo, em qualquer circunstância. É um momento muito delicado pra todos nós”, atesta o deputado estadual, cuja base principal é Campo Formoso.
 
Adolfo Menezes diz que ainda ter esperança de que a situação seja contornada, sem um racha no seio do peessedismo da Bahia. “A única coisa que não tem jeito é a morte. Vamos continuar tentando a conciliação, para que a gente dê uma vitória ainda maior ao presidente Lula e ao governador Jerônimo Rodrigues na Bahia. Todos nós temos que manter a serenidade, porque um erro pode ser fatal para uma carreira política. Muitos políticos caíram no ostracismo pelos erros cometidos. Aliás, um erro pode ser fatal para a vida”, reflete Menezes.
 
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