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Psicóloga da Sesau alerta que cansaço excessivo pode ser sinal de adoecimento emocional

Sintoma pode ser um sinal de alerta para que as pessoas procurem orientação de um profissional de saúde

08/01/2026 às 15h37
Por: Redação Fonte: Secom Alagoas
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Psicóloga da Sesau alerta sobre a relação entre sintomas como cansaço excessivo e adoecimento emocional - Carla Cleto e Marco Antônio/Ascom Sesau
Psicóloga da Sesau alerta sobre a relação entre sintomas como cansaço excessivo e adoecimento emocional - Carla Cleto e Marco Antônio/Ascom Sesau
Fabiano Di Pace/Ascom Sesau

O Janeiro Branco é dedicado à conscientização das pessoas sobre a importância da saúde mental. E para reforçar essa data, a psicóloga da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) Tereza Cristina alerta sobre a relação entre sintomas como cansaço excessivo e adoecimento emocional.


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A psicóloga lembrou que nem todo cansaço é normal. “O cansaço costuma melhorar com descanso e pausas. Já quando ele se mantém por dias ou semanas, mesmo após dormir, e vem acompanhado de desânimo, irritabilidade, dificuldade de concentração ou alterações no sono e no apetite, pode indicar adoecimento físico ou emocional”, destacou Tereza.


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A psicóloga lembrou que esse esgotamento não surge apenas do indivíduo, mas também das condições de vida, trabalho e das exigências sociais às quais estamos expostos.


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“A fadiga persistente pode estar relacionada à ansiedade, depressão, estresse crônico e síndrome de Burnout, além de condições clínicas como anemia, alterações hormonais e distúrbios do sono. Esses adoecimentos, muitas vezes, estão atravessados por sobrecarga de trabalho, insegurança financeira, desigualdades sociais, racismo, machismo e ausência de redes de apoio, o que reforça a necessidade de uma avaliação integral”, alerta.


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Tereza Cristina explicou que o estresse emocional frequentemente se manifesta no corpo com sintomas como dores de cabeça, tensão muscular, dores nas costas, no estômago, sensação de peso no corpo e exaustão constante.


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“Essas são formas comuns de o corpo expressar um sofrimento psíquico. Essas manifestações corporais são, muitas vezes, respostas a um sofrimento emocional prolongado, produzido tanto por experiências individuais quanto por pressões sociais contínuas. Corpo e mente não estão separados, o que afeta um, impacta o outro”, ressaltou a psicóloga.


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Quando procurar ajuda?


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A psicóloga Tereza Cristina destacou que a pessoa deve procurar uma unidade de saúde quando o cansaço dura semanas, interfere nas atividades do dia a dia, no trabalho, nos estudos ou nas relações, ou quando vem acompanhado de sofrimento emocional, como tristeza constante, ansiedade intensa ou sensação de esgotamento total. “Buscar ajuda cedo é uma forma de cuidado, não de fraqueza. Os serviços de saúde podem oferecer escuta qualificada, avaliação integral e, quando necessário, cuidado em rede, articulando diferentes pontos da atenção”, ensinou.


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A psicóloga disse, ainda, que cuidar da saúde mental é um compromisso individual e coletivo, que envolve tanto escolhas cotidianas quanto a construção de condições dignas de vida, trabalho e cuidado.


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