
O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor de Alagoas divulgou, nesta quarta-feira (7), um levantamento feito nos dias 5 e 6 de janeiro com intuito de auxiliar os consumidores no momento das compras do material escolar. Com o início do ano letivo se aproximando, a corrida para comprar material escolar já preocupa os pais e responsáveis.
Para orientar os consumidores, o Instituto realizou uma pesquisa de preços em papelarias do centro de Maceió e shoppings da capital, para ajudar os consumidores a encontrarem os melhores preços. O levantamento abrangeu itens básicos como cadernos, canetas, borrachas, resmas de papel e mochilas.
De acordo com Daniel Sampaio, diretor-presidente do Procon/AL, a organização prévia e a pesquisa de preços são essenciais para prevenir transtornos no futuro. “Em razão da correria típica deste período do ano, muitos pais e estudantes acabam não observando informações importantes e, consequentemente, exageram nas compras. Isso resulta em reclamações posteriores que poderiam ser evitadas com mais atenção no momento da aquisição. O Procon/AL está à disposição para orientar os consumidores e garantir que seus direitos sejam respeitados”, afirmou.
Na hora de comprar o material escolar, o consumidor deve pesquisar preços, planejar as aquisições e conferir se a lista exigida pela escola está de acordo com a lei. Também é recomendável reaproveitar materiais, guardar comprovantes e procurar os órgãos de defesa do consumidor em caso de irregularidades. Materiais que podem ser solicitados
Veja abaixo os itens de uso individual do aluno, necessários para as atividades pedagógicas:
- Cadernos;
- Lápis, canetas e borracha;
- Livros didáticos; - Mochila;
- Régua, apontador e estojo;
- Materiais específicos para atividades pedagógicas individuais.
Materiais que não podem ser exigidos
Materiais de uso coletivo ou administrativo, que são de responsabilidade da escola são:
- Papel higiênico;
- Produtos de limpeza;
- Álcool, detergente e desinfetante;
- Copos descartáveis;
- Material de escritório (grampeador, toner, papel A4 em excesso);
- Taxas sem justificativa clara;
- Exigência de marcas específicas, salvo quando houver justificativa pedagógica;
- Quantidades excessivas de materiais sem explicação.
Confira a pesquisa de preços completa clicando aqui . Vale lembrar que o Procon/AL dispõe de canais para atender a população alagoana, receber reclamações e realizar denúncias. Caso haja alguma ocorrência, o consumidor pode entrar em contato pelo telefone 151, por mensagens via WhatsApp (82) 98883-7586 ou de forma presencial, mediante agendamento, através do site: https:/ ja.al.gov.br/login .
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