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Sesau orienta sobre prevenção e tratamento da hanseníase

Janeiro Roxo dá início a campanha nacional de conscientização e combate à hanseníase

06/01/2026 às 09h28
Por: Redação Fonte: Secom Alagoas
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A hanseníase é uma doença infectocontagiosa de evolução crônica - Marco Antônio e Carla Cleto/Ascom Sesau
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa de evolução crônica - Marco Antônio e Carla Cleto/Ascom Sesau
Fabiano Di Pace / Ascom Sesau

Em decorrência do início do Janeiro Roxo, mês dedicado nacionalmente à conscientização e combate da hanseníase, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) orienta a população sobre as principais formas de prevenção e tratamento.


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A assessora técnica do Programa Estadual de Vigilância e Eliminação da Hanseníase da Sesau, Itanielly Queiroz, explicou que a hanseníase é uma doença infectocontagiosa de evolução crônica causada por um bacilo (Mycobacterium leprae ou Mycobacterium lepromatosis), que se propaga por meio do contato próximo e prolongado com pessoas infectadas.


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“A hanseníase é uma doença antiga que ainda carrega um forte estigma social e se destaca pelo aparecimento de manchas brancas e avermelhadas na pele e comprometimento dos nervos periféricos. A pessoa acometida pela doença também pode sentir sensação de formigamento nas mãos e pés, diminuição ou perda da sensibilidade e nódulos no corpo, alguns deles, dolorosos”, destacou.


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A assessora reforçou que a principal forma de prevenção é o diagnóstico precoce e contato controlado com pessoas infectadas. “Ela é transmitida pelas vias aéreas superiores, no caso das pessoas que convivem com pacientes na forma avançada da doença, chamada de multibacilar, caracterizada por muitas lesões e que não estão em tratamento. Com a medicação, a transmissão é interrompida após 72 horas que o paciente toma a primeira dose supervisionada do tratamento, que dura de seis a doze meses.”, ensinou.

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A assessora lembrou, ainda, que o tratamento é completamente assegurado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Os remédios são distribuídos exclusivamente pela Rede Pública de Saúde e não podem ser adquiridos em farmácias. Por isso, é essencial que as pessoas procurem o atendimento médico de forma regular”, ressaltou Itanielly Queiroz.


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