
Como algo que surge em torno de um grupo de pessoas, em geral, ao lado de um rio, e que se desenvolve sem qualquer planejamento, a maior parte das cidades do mundo são caóticas e nada inteligentes.
Pensando em mudar esta formulação, surgiu na década de 1990 o conceito de smart cities (cidades inteligentes, em português) para designar novas políticas de planejamento urbano que emergiram com o avanço tecnológico, quando veio à tona a preocupação com a falta de recursos. Em linhas gerais, o conceito compreende a utilização de tecnologias para o aperfeiçoamento de soluções urbanas, como iluminação, tratamento de água e esgoto, transporte e lazer.
Desde então, tiveram início debates acadêmicos e de negócios, o que despertou a atenção de diversos profissionais, como arquitetos e urbanistas. Não demorou para que empresas de base tecnológica começassem a investir no conceito, promovendo produtos e serviços com foco na gestão da infraestrutura urbana.
No Brasil, as cidades inteligentes se tornaram uma tendência e têm crescido nos últimos anos. Exemplo disso, a plataforma multidimensional Connected Smart Cities analisa o processo de desenvolvimento das cidades inteligentes com base em 75 indicadores e 11 eixos temáticos: Mobilidade, Urbanismo, Meio Ambiente, Tecnologia e Inovação, Empreendedorismo, Educação, Saúde, Segurança, Energia, Governança e Economia.
De acordo com o ranking Connected Smart Cities 2021, que elenca as principais cidades inteligentes do país - e as inovações que elas implementam -, as dez smart cities do último ano foram São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Brasília (DF), Vitória (ES), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Salvador (BA).
Neste ponto, as PPPs (Parcerias Público-Privadas) têm colaborado para o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil, efetivando um trabalho colaborativo ao longo das últimas décadas, afirma Francisco Alpendre, especialista em concessões e PPPs.
Parcerias aceleraram transformação das cidades do país
Na análise de Alpendre, as parcerias público-privadas no setor são o principal meio de transformação das cidades brasileiras. “Saímos da mesmice, que era a gestão pública brasileira baseada, exclusivamente, em repasses federais e tributação municipal para pagamento de folha, para contratos já consolidados, que concedem à iniciativa privada o fornecimento de serviços com qualidade e agilidade, como iluminação pública, segurança por meio de monitoramento de câmeras e Wi-Fi, entre outros”, afirma.
O especialista em concessões e PPPs conta que o processo para que fossem efetivadas parcerias entre o setor privado e o poder público, no âmbito do desenvolvimento das cidades inteligentes, começou com alterações legais ocorridas a partir de 2014 que, hoje, encontram-se consolidadas.
“O que é mais interessante nesse campo [das PPPs] são parcerias que envolvem iluminação pública, internet para os prédios públicos e, em alguns casos, Wi-Fi para os cidadãos, além de energia solar para abastecimento dos prédios públicos”, afirma “A iniciativa privada se sente segura com o ambiente regulatório e com as garantias de pagamento e o poder público está encarando isso com melhor vontade”, acrescenta.
Por meio de PPPs, Alpendre começou a trabalhar com o conceito de cidades inteligentes em 2014, quando enxergou uma oportunidade no setor de iluminação no país. “Fizemos as primeiras PPPs de iluminação pública do Brasil. Trabalhamos exclusivamente com o setor de iluminação até 2018, quando surgiram oportunidades no setor de saneamento básico municipal em Goiás”, detalha. “Hoje, buscamos universalizar o serviço de água e esgoto no estado, por meio de concessões municipais”, conclui.
Para mais informações, basta acessar: https://franciscoalpendre.com.br/
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