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Acre expõe produtos de reflorestamento na COP30, em Belém

Café robusta amazônico, mel de abelha, farinha de Cruzeiro do Sul, palmito, cachaça e uma grande variedade de artesanatos do Acre estão expostos no...

15/11/2025 às 10h41
Por: Redação Fonte: Secom Acre
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Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Café robusta amazônico, mel de abelha, farinha de Cruzeiro do Sul, palmito, cachaça e uma grande variedade de artesanatos do Acre estão expostos no estande do Consórcio Interestadual da Amazônia, na Zona Verde da COP30, em Belém/PA.

Produtos do Acre estão expostos no estande do Consórcio Interestadual da Amazônia, na Zona Verde da COP30, em Belém/PA. Foto: Pedro Devani/Secom.
Produtos do Acre estão expostos no estande do Consórcio Interestadual da Amazônia, na Zona Verde da COP30, em Belém/PA. Foto: Pedro Devani/Secom.

Os produtos, oriundos do reflorestamento, têm atraído visitantes de diversos países, interessados em levar para casa uma amostra do que é possível extrair da biodiversidade da Amazônia sem prejuízo ambiental.

Exposição tem atraído visitantes de diversos países. Foto: Pedro Devani/Secom.
Exposição tem atraído visitantes de diversos países. Foto: Pedro Devani/Secom.

“A ideia é divulgar os nossos produtos e mostrar que no Acre há incentivo para produzir com responsabilidade em áreas de reflorestamento, que são áreas que um dia foram degradadas e hoje são utilizadas para a sobrevivência do homem que mora no campo”, destacou o técnico de campo da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), Murilo Matos.

Técnico de campo da Seagri, Murilo Matos, disse que todos os produtos levados à COP30 são oriundos de reflrorestamento. Foto: Pedro Devani/Secom.
Técnico de campo da Seagri, Murilo Matos, disse que todos os produtos levados à COP30 são oriundos de reflrorestamento. Foto: Pedro Devani/Secom.

As sapatilhas, pulseiras, colares e bolsas produzidas com o látex extraído das seringueiras são algumas das peças de artesanatos quem mais têm chamado atenção na COP30, que também é um espaço para negociações, além das discussões e busca por soluções relacionadas a mudanças do clima. O empresário carioca Carlos Henrique Torres adquiriu duas sapatilhas, uma ele já calçou na hora para caminhar pelos pavilhões do evento e com a outra ele presenteou sua mulher.

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Empresário carioca Carlos Henrique Torres adquiriu duas sapatilhas de látex. Foto: Pedro Devani/Secom.
Empresário carioca Carlos Henrique Torres adquiriu duas sapatilhas de látex. Foto: Pedro Devani/Secom.

“Trabalho com turismo de base comunitária, no qual tive a oportunidade de conhecer produtos feitos de látex, que me despertaram grande interesse. Gostei bastante das sapatilhas também, são muito bem feitas e confortáveis”, conta.

O responsável pela produção das sapatilhas e outros artesanatos de látex é o artesão José Rodrigues Araújo, também conhecido como Doutor da Borracha. Em Epitaciolândia, distante 228 Km de Rio Branco, ele confecciona os seus produtos, já conhecido em diversos países.

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Doutor da Borracha produziu mais de 400 peças especialmente para a COP30. Foto: Pedro Devani/Secom.
Doutor da Borracha produziu mais de 400 peças especialmente para a COP30. Foto: Pedro Devani/Secom.

“É com muito orgulho que estou expondo meus produtos na COP30, um espaço onde há pessoas do mundo inteiro observando o que eu faço. Foram mais de 400 peças produzidas especialmente para o evento e tenho certeza que vou comercializar todas aqui e fazer novos negócios”, completou o artesão.

Iguarias acreanas ganham as prateleiras do estande do Sebrae

Na Zona Verde, pavilhão da COP30 aberto ao público, há ainda uma exposição de produtos acreanos no estande do Sebrae. A farinha de Cruzeiro do Sul é o carro-chefe, mas também há os seus derivados, como o chocolate feito de farinha de mandioca e a farofa pronta para quem deseja conhecer um pouco do tempero acreano.

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Farinha e farofa produzidas em Cruzeiro do Sul estão expostos no estande do Sebrae na COP30. Foto: Pedro Devani/Secom.
Farinha e farofa produzidas em Cruzeiro do Sul estão expostos no estande do Sebrae na COP30. Foto: Pedro Devani/Secom.

“A COP30 conseguiu colocar os produtos da bioeconomia acreana à disposição do mercado regional, nacional e internacional. O papel do Sebrae aqui no evento é fomentar o empreendedorismo, fazer a aproximação do produtor e mercado para que as transações comerciais continuem pós-COP”, destacou o analista do Sebrae, Francinei Santos.

Analista do Sebrae, Francinei Santos, disse que o papel do Sebrae é fomentar o empreendedorismo. Foto: Pedro Devani/Secom.
Analista do Sebrae, Francinei Santos, disse que o papel do Sebrae é fomentar o empreendedorismo. Foto: Pedro Devani/Secom.

A exposição dos produtos acreanos na vitrine do Sebrae acontece a partir de um acordo de cooperação técnica com o governo do Estado, por meio das Secretarias de Estado de Agricultura e de Meio Ambiente, além da Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf).

Participantes da COP30 visitam estande e adquirem produtos acreanos. Foto: Pedro Devani/Secom.
Participantes da COP30 visitam estande e adquirem produtos acreanos. Foto: Pedro Devani/Secom.

“Existe um comitê gestor de agronegócio e economia e tudo o que o Sebrae e governo fazem é de mãos dadas, visando apoiar os produtores rurais, a indístria e o ecossistema de mercado”, finalizou.

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