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Saúde Acre

Estado recebe doação de 200 mil bolsas de paracetamol injetável

Buscando alternativas para minimizar os impactos causados pela falta de dipirona, problema que atinge atualmente todos os hospitais do país, o gove...

04/05/2022 às 12h35
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Secom Acre
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Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Buscando alternativas para minimizar os impactos causados pela falta de dipirona, problema que atinge atualmente todos os hospitais do país, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), recebe nesta quarta-feira, 4, a doação de 200 mil bolsas de paracetamol injetável, da indústria farmacêutica Halexistar, sediada em Goiânia (GO).

O medicamento chegou ao depósito da Sesacre, em Rio Branco, na manhã desta quarta-feira, 4. Foto: Odair Leal/Secom
O medicamento chegou ao depósito da Sesacre, em Rio Branco, na manhã desta quarta-feira, 4. Foto: Odair Leal/Secom

O produto possui similaridade com a dipirona, não apresenta contraindicações, tem efeito analgésico, alivia dores e também a febre. Geralmente é uma opção encontrada nas farmácias em comprimido, contudo, na forma injetável, tem produção exclusiva da indústria goiana, estando em processo de negociação de preço para comercialização junto à Anvisa. O valor da medicação doada é de aproximadamente R$ 500 mil.

“O medicamento chegou em nosso depósito de assistência farmacêutica e deve começar a ser distribuído entre as unidades de saúde do estado ainda hoje. Esse foi apenas um carregamento, ao todo serão cem mil bolsas de paracetamol injetável de 50mg e outras cem mil de 100mg”, explicou a secretária de Saúde, Paula Mariano.

A secretária da pasta esteve no depósito para receber a doação da empresa farmacêutica. Foto: Odair Leal/ Secom
A secretária da pasta esteve no depósito para receber a doação da empresa farmacêutica. Foto: Odair Leal/ Secom

Por que falta dipirona injetável?

O baixo estoque de dipirona injetável nos hospitais brasileiros públicos e privados está relacionado com o custo e regulação de preço dos medicamentos no Brasil. Atualmente, o analgésico não é produzido no país, sendo apenas o envase nacional. Com isso, a demanda é suprida pela importação.

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O valor pelo qual este medicamento deve ser comercializado é definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), que está ligada a diferentes ministérios e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “As farmácias e drogarias, assim como laboratórios, distribuidores e importadores, não podem cobrar pelos medicamentos preço acima do permitido pela Cmed”, avisa site do órgão.

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