
A Prefeitura de São José do Rio Preto, por meio de trabalho coordenado pela Secretaria Municipal de Serviços Gerais, realizou o serviço de capina elétrica em algumas áreas e regiões da cidade como as avenidas Danilo Galeazzi, Juscelino Kubistchek, José Munia e imediações do Córrego Cobertinho.
Esse tipo de controle de vegetação apresenta benefícios como sustentabilidade ambiental, precisão, efeito imediato além de se adaptar em qualquer tipo de terreno e cultura. O serviço foi realizado por uma empresa terceirizada pelo custo de aproximadamente R$ 54 mil reais.
O assessor da secretaria Vinícius Viterbo, esclarece que essa nova tecnologia, visa complementar o trabalho das roçadas e capinas manuais já utilizadas pela secretaria, se utiliza de um moderno sistema onde a energia mecânica é transformada em energia elétrica. Com isso, correntes elétricas são aplicadas diretamente na vegetação, alcançando a raiz da planta e causando sua eliminação instantânea. Uma maneira ecologicamente correta que não traz nenhum dano ao meio ambiente. A produtividade do equipamento é estimada em 750 m² de capina por hora.De acordo com o Secretário de Serviços Gerais, Ulisses Ramalho, a ação, além de inovadora, e eficaz, preza pelo bem estar comum: “A capina elétrica é um eficiente sistema de controle da vegetação que auxilia na recuperação das funções de drenagens das sarjetas, diminui o abrigo de animais peçonhentos e vetores de doenças sem nenhum dano para a infraestrutura, o meio ambiente e a população”.O trabalho tem durabilidade estimado de 60 a 90 dias, dependendo do tempo, temperatura e do solo no local roçado.Ulisses Ramalho esclareceu ainda que “a secretaria de Serviços Gerais fez uma contratação inicial para testar o método. Como o resultado foi satisfatório, agora vamos abrir um registro de preço para execução periódica do serviço”, completa o secretário.
A capina elétrica é um método limpo que não afeta os recursos naturais (ar, água e solo), seres humanos e animais. Desde o ano de 2010 a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – por meio de uma nota técnica, proibiu de forma definitiva a utilização de Capina Química (utilização de ‘veneno’ para controle de vegetação) em área urbana. Segundo a nota, não há nenhum produto no mercado registrado ou autorizado para ser utilizado como herbicida (controle de ervas daninhas) ou de pragas em áreas urbanas no território brasileiro.


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