
Um relatório desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e noticiado pela Agência Brasil, mostrou que, a cada um minuto, cinco pessoas acabam perdendo a vida por conta de um erro médico no mundo. A informação foi confirmada pelo chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em Genebra, na Suíça.
Em meio à confiança depositada nos profissionais de saúde, o erro médico pode se tornar uma realidade dolorosa. A culpa pode até não fazer parte do contexto geral, mas esse termo refere-se à imprudência, imperícia ou negligências que resultam em danos ao paciente durante um tratamento médico.
As pessoas lesadas em adversidades em salas de consultórios, blocos cirúrgicos e outros espaços hospitalares, a buscar justiça é crucial. “Todas as pessoas lesadas por um erro médico têm a justiça ao seu favor, mas antes de tudo é importante entender o processo legal. Inicialmente, a vítima ou seus representantes legais devem reunir evidências substanciais que comprovem o erro médico. Essas evidências podem incluir prontuários médicos, testemunhos de especialistas e registros fotográficos, entre outros”, orienta o advogado Thayan Fernando Ferreira, especializado em direito de saúde e direito público, membro da comissão de direito médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados.
O próximo passo é iniciar um processo legal. Durante o julgamento, as partes apresentarão suas evidências, e a decisão dependerá da análise imparcial do tribunal. Além dos tribunais, algumas jurisdições oferecem alternativas, como mediação ou arbitragem, para resolver disputas de erro médico de maneira mais rápida e menos contraditório.
“Em última instância, compreender os direitos legais e os procedimentos para buscar reparação é crucial para aqueles que enfrentam as consequências de um erro médico. A justiça nesses casos visa não apenas compensar as vítimas, mas também promover práticas médicas mais seguras e responsáveis”, completa o advogado.
De volta ao relatório, o documento ainda indica que esse problema tem ligação direta com a população de baixa renda e que as vítimas são, sobretudo, pessoas de camadas sociais mais pobres. A pesquisa ainda indica que 2,6 milhões de pessoas morrem anualmente nos 150 países de baixo ou médio rendimento devido a tratamentos adversos.
Thayan ainda explica que a lei não tem lado e intercede na mesma medida para todas as pessoas. “É lamentável saber que são pessoas menos favorecidas financeiramente as maiores vítimas de erros médicos. Claramente, isso ocorre porque a falta de recursos pode interferir nas condições dos tratamentos. Porém, ainda que essas pessoas mais carentes não sejam as que recebem mais atenção nos consultórios, a lei não a enxerga assim. Para a Constituição, somos todos iguais e temos os mesmos direitos, independentemente de qual bairro moramos”, finaliza.
Entretenimento Webmotors escala Caio Castro como novo embaixador da marca
Entretenimento Black SP retorna ao Future In Black 2026 com show ao vivo
Entretenimento NoPing lança tradutor para jogos online em nova versão
Entretenimento Sampa Tribal anuncia grandes nomes de Caprichoso e Garantido Entretenimento IBN anuncia episódio do podcast Stock2Me com Luis Goldner, CEO da Versus Systems, e equipe de liderança Entretenimento Guia MICHELIN Dubai Comemora 5ª Edição com Seleção Quase Duas Vezes Maior Desde o Seu Lançamento Mín. 24° Máx. 26°