Economia Negócios
Como o varejo pode se preparar para a queda do consumo
Diego Roque, responsável pela Ninja Brindes, explica como o comércio varejista pode se preparar para a estimativa que aponta a desaceleração no con...
09/03/2023 16h21
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Agência Dino
Foto: Reprodução

O consumo das famílias brasileiras deve cair de 4,2% em 2022 para cerca de 1,4% em 2023, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) compartilhados pelo site O Especialista. O fenômeno é resultado de elementos como a inflação brasileira, que chegou a um ritmo anualizado de 12,4%, a inflação de bens industrializados, que chegou a 14,2%, e a de serviços, que ficou em 10,5%. 

As expectativas de consumo das famílias em 2023 serão influenciadas por diversos fatores, como a estabilidade econômica, a confiabilidade e a eficiência dos serviços públicos, a qualidade de vida, o nível de renda, a facilidade de acesso aos produtos e serviços e a disponibilidade de crédito.

Além disso, novas tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial), podem oferecer novas formas de consumo, permitindo a personalização dos serviços de acordo com as necessidades e o perfil de cada consumidor. Apesar da expectativa negativa, o consumo das famílias pode aumentar e se diversificar, com foco na experiência do usuário.

Diego Roque, responsável pela Ninja Brindes, chama a atenção para o fato de que devido ao Carnaval, dentre outros eventos que ocorrem nessa época do ano, acontece uma diminuição natural da expectativa de consumo, pois é comum que os consumidores foquem em suas necessidades a fim de adquirir um objetivo maior”.

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Além disso, Roque destaca que, devido às viagens que ocorrem no período, muitas famílias estão concentradas em ambientes mais tranquilos, longe da necessidade de consumo.

Como o comércio varejista pode se preparar para este cenário?

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Na visão do responsável pela Ninja Brindes, o comércio varejista deve se preparar para a estimativa que aponta uma desaceleração no consumo das famílias em 2023. Para tanto, é possível fazer o racionamento de mercadorias, além de estimar uma quantidade razoável na hora do investimento. Assim, não ocorrerá um prejuízo maior do que o esperado, caso haja uma oferta maior do que a demanda.

Ainda segundo Roque, outro ponto que os varejistas podem levar em conta é encontrar um público-alvo para épocas como esta, de expectativa de desaceleração. “Prepare-se para manter o lucro com esse novo público alterando o foco de suas vendas”, propõe.

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Para mais informações, basta acessar: https://www.ninjabrindes.com.br/