Saúde Acre
Fundhacre zera fila do exame de punção aspirativa com agulha fina
Por Márcio Levi A Fundação Hospital Estadual de Acre (Fundhacre), de Rio Branco, por meio do Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (Sadt), em co...
22/12/2022 14h41
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Por Márcio Levi

A Fundação Hospital Estadual de Acre (Fundhacre), de Rio Branco, por meio do Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (Sadt), em continuidade na busca pela melhoria de seus serviços, zerou, na semana passada, a fila reprimida do exame de punção aspirativa com agulha fina (Paaf) na unidade.

O Paaf ajuda a verificar se um nódulo é benigno ou maligno. Foto: Vitor Paiva

O Paaf é um procedimento simples, rápido e seguro, que permite a análise dos nódulos tireoidianos por meio de biopsia, considerado o melhor exame para determinar se um nódulo é benigno ou maligno.

“Estamos em festa por esta conquista, porque esse é um exame muito difícil. Conseguimos zerar essa fila, que vinha sendo reprimida desde 2021. Hoje, quem procurar esse procedimento vai encontrar mais rapidez no atendimento”, diz o chefe do Setor de Exames da Fundhacre, Marcelo Cavalcante.

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A fila com 572 pacientes se acumulava desde 2021. Foto: Vitor Paiva

A aposentada Luciola Altino conta que a acessibilidade ao serviço é indispensável para seu tratamento: “Acho muito importante não ter fila, pois eu não teria condição de pagar, e muita gente também não. A agilidade nesse atendimento é importante para conseguir entender o que eu tenho”.

A aposentada Luciola Altino aguarda a realização do seu exame. Foto: Glesion Luz

As doenças da glândula tireoide têm alta prevalência na população, especialmente em pessoas acima dos 40 anos. Estima-se que, no Brasil, aproximadamente 50% da população feminina possua algum tipo de nódulo ou cisto tireoidiano.

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Raimunda Nonata realizou o exame uma semana após a solicitação. Foto: Gleison Luz

“A gente depende da Fundhacre para diversos procedimentos referentes à saúde. Essa rapidez é muito importante, porque a doença não espera. Ainda não sei o que tenho, dependo do exame para descobrir”, disse a paciente Raimunda Nonata Cândido.