Cidades Campo Grande - MS
Com 3ª menor Taxa de Desocupação do País, Campo Grande impulsiona Serviços e Construção
Campo Grande encerrou o segundo trimestre de 2026 com redução no número de pessoas desocupadas e avanço na geração de empregos formais. Em um ano, ...
04/10/2026 12h22
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Campo Grande - MS

Campo Grande encerrou o segundo trimestre de 2026 com redução no número de pessoas desocupadas e avanço na geração de empregos formais. Em um ano, o contingente de desempregados caiu de aproximadamente 22 mil para 16 mil pessoas, uma redução de 27,3%, enquanto a taxa de desocupação passou de 4,3% para 3,1%.

A queda também foi acompanhada pela redução da subutilização da força de trabalho, indicador que reúne pessoas que poderiam ampliar sua participação no mercado. No período, a taxa recuou de 8,2%, no segundo trimestre de 2025, para 5,1% no mesmo período deste ano. Em números absolutos, o contingente de pessoas subutilizadas passou de 43 mil para 26 mil.

O resultado colocou Campo Grande na terceira posição entre as capitais brasileiras com menor taxa de desocupação no segundo trimestre de 2026, atrás de Cuiabá e Palmas.

Para a prefeita Adriane Lopes, os indicadores refletem um ambiente econômico que vem ampliando oportunidades para a população “Campo Grande vive um momento importante de fortalecimento da sua economia. A redução do desemprego e o crescimento do emprego formal mostram que nossa Capital está criando mais oportunidades para as famílias. Nosso compromisso é continuar trabalhando para fortalecer o ambiente de negócios, atrair investimentos e criar condições para que esse crescimento chegue cada vez mais à população”.

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Emprego formal mantém saldo positivo

A movimentação do mercado de trabalho também aparece nos dados do Novo Caged. Entre janeiro e agosto de 2026, Campo Grande acumulou saldo positivo de 3.772 empregos com carteira assinada. No período acumulado, foram registradas 101.430 admissões e 97.658 desligamentos.

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Os serviços responderam pela maior parte do saldo no ano, com 2.617 novas vagas, enquanto a construção civil abriu 1.357 postos formais. A agropecuária (+251 vagas) e a indústria (+181 vagas) também apresentaram resultados positivos no acumulado do ano. Em sentido oposto, o comércio acumula saldo negativo de -634 postos.

Com esse desempenho, o estoque de empregos formais da Capital chegou a 236.926 vínculos ativos em agosto. O número representa crescimento de 23,36% em relação a dezembro de 2019, período anterior à pandemia, com 44.871 empregos formais a mais no município.

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O secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana, Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, Ademar Silva Junior, destaca a importância da combinação entre geração de empregos e fortalecimento da atividade econômica: “Os números mostram uma economia municipal dinâmica e com capacidade de gerar oportunidades. Temos serviços e construção civil como importantes motores da geração de empregos, ao mesmo tempo em que observamos o crescimento da base empresarial e da atividade econômica. Esse conjunto de indicadores reforça a importância de continuarmos promovendo um ambiente favorável ao empreendedorismo e aos investimentos”.

Construção civil amplia participação

Entre os setores da economia, a construção civil e o setor de serviços continuam liderando a expansão proporcional do emprego formal em Campo Grande no acumulado de 2026.

Os serviços permanecem como o principal empregador formal da Capital, atingindo 125.936 vínculos ativos. Na sequência aparece o comércio, com 59.816 postos.

Os dados do mercado de trabalho mostram, portanto, dois movimentos simultâneos ao longo de 2026: a redução da parcela da população que está fora do mercado de trabalho e a ampliação do número de vínculos formais. O cenário é acompanhado pelo avanço de setores que concentram parte significativa da atividade econômica municipal.

Fonte: Boletim Econômico de Campo Grande — 58ª edição

#PraTodosVerem: A imagem mostra um prédio sendo contruído. A área da contrução civil é uma das com maior expansão