O Programa Banco da Mulher Empreendedora de Maceió já beneficiou mais de 7.300 mulheres ao longo de cinco edições. Os números mostram a evolução do programa, foram 833 beneficiárias no primeiro; 3 mil no segundo; 500 no terceiro, mil no quarto e 2 mil na quinta edição, realizada em 2026. Somadas as quatro primeiras edições, o total chegava a 5.333, e a quinta etapa ampliou esse alcance em mais 2 mil mulheres.
Por trás dos números, estão histórias de mulheres que transformaram o acesso ao crédito em crescimento real. Uma delas é a da empresária Ednadja Rodrigues, dona da Amor Caseiro, que trabalha com doces e salgados artesanais e é um exemplo do impacto que o programa tem gerado.
Ednadja começou vendendo bolachas Santo Antônio, há cerca de dez anos. Depois, passou a produzir broas, uma receita de família, e foi assim que nasceu o Amor Caseiro. Hoje, o negócio reúne mais de 12 produtos. “Comecei com as bolachas Santo Antônio, há uns dez anos. Depois vieram as broas, uma receita que é da família, e dali nasceu o Amor Caseiro. Hoje já temos mais de 12 produtos. Não foi fácil, ouvi muitos nãos, mas nunca desisti”, conta.
Ednadja conheceu o Banco da Mulher pelas redes sociais e decidiu se inscrever. Ela viu na iniciativa uma oportunidade de crescer pessoal e profissionalmente. Foi contemplada e investiu o crédito na compra de insumos. “O crédito veio na hora certa e me ajudou a comprar os insumos, que são a base do meu trabalho. Foi uma ajuda muito importante. Hoje, graças a Deus e ao meu trabalho, conquistei minha casa e meu carro. Tudo o que construí foi com as minhas próprias mãos”, afirma.
Com o negócio em crescimento, a empreendedora já olha para frente e sonha em abrir o próprio ponto comercial e ampliar ainda mais a Amor Caseiro. Para ela, o programa é um incentivo decisivo para quem quer mudar de vida. “O Banco da Mulher é um empurrão essencial para quem quer crescer e mudar de vida”, diz.