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Gestores avaliam ERP para indústrias em SP
Depoimentos de indústrias paulistas mostram critérios usados na escolha de sistemas de gestão industrial.
05/09/2026 02h11
Por: Redação Fonte: Agência Dino

A escolha do melhor ERP para indústrias em São Paulo tem se tornado uma decisão estratégica para empresas que buscam integrar áreas, reduzir controles manuais e sustentar o crescimento com dados confiáveis. O estado possui R$ 698,1 bilhões em PIB industrial, o equivalente a 28,8% da indústria nacional, segundo a CNI.

O mesmo levantamento mostra que São Paulo reúne 174.928 estabelecimentos industriais, o que representa 23,5% do total brasileiro em 2025. Nesse cenário, a busca pelo melhor sistema para indústrias passa por critérios como aderência ao chão de fábrica, controle produtivo, integração entre setores, facilidade de uso e confiabilidade das informações.

Esses pontos aparecem em depoimentos de gestores industriais paulistas que adotaram o Nomus ERP Industrial. Na BIMAFI, indústria de usinagem de peças para a área médica, localizada em São Carlos, a gestão antes do sistema era feita com cerca de 10 a 12 planilhas não integradas. Segundo José Matheus Sanches, da área de pesquisa e desenvolvimento da empresa, a especialização industrial pesou na decisão.

"A facilidade do sistema é impressionante. É o mais fácil que eu já vi utilizar, principalmente para a área de indústria. O Nomus que a gente percebeu, ele é industrial. Então, para a Bimafi, isso foi o divisor de águas", afirma Sanches, em caso de sucesso.

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A empresa também relatou ganhos de produtividade. Orçamentos que antes podiam levar de duas a três horas passaram a ser feitos em cerca de meia hora, enquanto documentos como fichas de inspeção passaram a ser gerados em poucos cliques. "Se a gente não tivesse implementado o Nomus dentro da BIMAFI, o crescimento que a gente teve no último ano seria impossível", diz Sanches.

Na Kronox, fabricante de sistemas de bombeamento de esgoto localizada em Americana, a necessidade era integrar áreas que antes funcionavam com um sistema financeiro isolado, planilhas e troca de informações por conversas de corredor. A implantação essencial foi concluída em três meses e envolveu financeiro, comercial, produção, estoque e relatórios personalizados.

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"A integração entre todos os setores, desde o financeiro, comercial e principalmente o produtivo, foi o diferencial que fez a gente fechar com a Nomus", afirma Giovana Guedes, representante da Kronox, em depoimento. Para ela, a confiabilidade dos dados foi um dos ganhos centrais: "Hoje, dentro do sistema, não tem mais aquela angústia de não saber se o relatório estava correto."

A digitalização da indústria brasileira reforça esse movimento. Dados da Pintec Semestral 2024, divulgados pelo IBGE, mostram que 89,1% das empresas industriais investigadas utilizaram ao menos uma das tecnologias digitais avançadas, como big data, computação em nuvem, inteligência artificial, internet das coisas, manufatura aditiva ou robótica.

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Na Volcano Wheels, indústria paulista de rodas automotivas, a mudança envolveu a saída de controles em Excel, folhas manuais e kanban físico para uma gestão com produção, custos, processos internos, etiquetas, relatórios e dashboards conectados. A empresa passou a utilizar mais de 100 relatórios personalizados, 27 processos internos e mais de 3 mil produtos controlados.

"Hoje nós temos mais de 100 relatórios que foram elaborados por nós mesmos", afirma Sidinei Castro, diretor da Volcano, em entrevista. Segundo ele, os dados passaram a apoiar decisões melhores: "Hoje a gente tem confiança nos dados, temos dados de qualidade".

Outro exemplo é a Saipe Metais, indústria de usinagem, estamparia e solda localizada em Franco da Rocha. Antes do ERP, a empresa utilizava papel, caneta e um sistema simples voltado principalmente a vendas. Segundo Robson Castro, coordenador de materiais, o sistema contribuiu para compras, vendas, PCP e apontamentos.

"Os principais ganhos foram um melhor controle da matéria-prima. A gente conseguiu reduzir bastante as compras excessivas, ter um controle mais apurado da sua produção de fábrica e reduzir tempo de processo", afirma Castro, em caso de sucesso. Ele também destaca a velocidade das decisões: "Se você não tem um ERP que consiga fornecer rapidamente as informações para você tomar decisões, isso prejudica muito esse negócio".

Na ITC Conectores, fabricante de conectores circulares, a escolha passou pela dificuldade de adequar sistemas anteriores à linguagem da indústria. "Teve dois outros sistemas que nós tentamos, até de marca grande, só que ele não adequava à nossa empresa. Era muito difícil a implantação, porque a gente tinha que falar uma outra língua. O legal do Nomus é isso: ele deixa a gente continuar falando a nossa língua", afirma Ivan Cerville, diretor da ITC, em relato.

Os depoimentos mostram que a avaliação do melhor sistema ERP industrial envolve a capacidade de conectar produção, estoque, compras, financeiro, custos, qualidade, vendas e relatórios. No caso do Nomus ERP Industrial, os relatos apontam recorrência de critérios como especialização industrial, facilidade de uso, dados confiáveis, personalização de relatórios, implantação por etapas e aderência à rotina da fábrica.

Para Thiago Leão, diretor da Nomus, a melhor escolha de ERP para uma indústria depende da aderência entre o sistema e os processos reais da operação. "A indústria precisa de um ERP que entenda produção, estoque, compras, custos e financeiro como partes conectadas da mesma operação. Quando o sistema fala a linguagem da fábrica, o gestor consegue sair do controle disperso e passar a decidir com base em dados confiáveis", afirma.