O candidato à presidência da República veterinário Wilson Grassi, do Partido Democrata, afirmou, nesta segunda-feira, 31 de agosto, que vai recorrer da decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu sua campanha digital.
O candidato informou que já acionou seus advogados e que estes, por sua vez, estão preparando o recurso jurídico a ser protocolado ainda na noite desta segunda-feira.
Segundo Grassi, a decisão, classificada como monocrática, é desproporcional, pois utiliza apenas a comunicação por meio da internet como meio de divulgação de sua campanha eleitoral.
Na decisão, o TSE também proíbe a participação do candidato em debates e o acesso de sua candidatura ao fundo eleitoral. Porém, Wilson Grassi não recebeu convites para participar de debates eleitorais, tampouco utilizou recursos do fundo eleitoral para patrocinar sua campanha.
Em um vídeo publicado no perfil oficial da candidatura, Grassi explicou que seus advogados encaminharam um ofício ao tribunal solicitando o registro de sua página pessoal no Instagram, mas que o pedido foi negado.
"Talvez o motivo disso tudo seja que eu sou um perigo ao sistema, pois não peguei dinheiro de ninguém, não pertenço a nenhum grupo político e nem tenho rabo preso. Minhas propostas incomodaram muita gente. Retirar o único canal de campanha que tenho é muita maldade, mas meus advogados vão recorrer dessa decisão absurda", comentou.
Nas duas últimas pesquisas divulgadas pelo Instituto Datafolha e pela Quaest, o médico veterinário pontuou pela primeira vez nos levantamentos e avalia que está crescendo conforme as pessoas conhecem suas propostas e posicionamentos. Sua principal bandeira é o combate à pobreza.
Abaixo, a nota oficial emitida pela campanha de Wilson Grassi:
O candidato à presidência da República, veterinário Wilson Grassi, informa ter tomado conhecimento, no início da tarde desta segunda-feira, 31 de agosto, da decisão que suspendeu sua campanha nas redes sociais e sua participação em debates — convite que, segundo o candidato, nunca recebeu —, bem como o acesso ao fundo eleitoral, recurso que também não recebeu durante a campanha.
Informa, ainda, ter acionado seus advogados, que estão preparando o devido recurso jurídico, a ser protocolado ainda hoje.
No mais, o veterinário Wilson Grassi lamenta a decisão desproporcional que, por decisão monocrática, determina a retirada do único recurso de campanha de que dispõe: a comunicação por meio da internet.
O candidato questiona se suas propostas para mudar o Brasil, conduzir as pessoas a uma vida digna e próspera, defender os animais e reduzir taxas e impostos que impedem o crescimento da economia brasileira seriam a razão para que se tornasse um inimigo do sistema que, agora, decide calar sua voz durante a campanha.
O veterinário Wilson Grassi continua candidato e pede aos 1,5 milhão de eleitores que o colocaram no radar das pesquisas eleitorais que continuem compartilhando sua voz e suas propostas, para que mais pessoas possam conhecê-las e entender o que, segundo ele, teria incomodado tanto o sistema.
Acompanhem nossas redes. Em breve, estaremos de volta com novas publicações.
Assessoria de Imprensa do candidato Wilson Grassi.