Geral EDUCAÇÃO
Estudantes da Ilha de Cotijuba, em Belém, desenvolvem jogos com Inteligência Artificial
Alunos da Escola Estadual Professora Marta da Conceição desenvolvem a criatividade, unindo educação ambiental e valorização do território onde vivem
04/06/2026 11h06
Por: Redação Fonte: Secom Pará

Alunos participaram de uma imersão em IA no Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica (CISEB), em Belém

Os estudantes da Escola Estadual Professora Marta da Conceição, localizada na Ilha de Cotijuba, em Belém, participaram de uma imersão em Inteligência Artificial no Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica (CISEB), da Escola Estadual Cordeiro de Farias, e tiveram uma experiência de aprendizagem inovadora e transformadora. A atividade foi realizada na terça-feira (2).

Utilizando o Gemini, os alunos programaram seus próprios jogos com IA, utilizando como inspiração um dos principais desafios ambientais da ilha: a gestão dos resíduos sólidos. A partir da realidade local, eles desenvolveram os jogos "Urubu Bomber", "Guardiões da Praia", "Ecotrator" e "Memórias da Amazônia", unindo tecnologia, criatividade, educação ambiental e valorização do território onde vivem.

Alunas testam ideias para criar jogos sobre a gestão dos resíduos sólidos em uma verdadeira experiência de aprendizagem

Durante a atividade, os estudantes construíram ideias, elaboraram prompts, testaram possibilidades, corrigiram erros e aperfeiçoaram seus projetos, vivenciando uma verdadeira experiência de aprendizagem "mão na massa".

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“Mais do que aprender sobre Inteligência Artificial, eles compreenderam como a tecnologia pode ser utilizada para sensibilizar, educar e propor reflexões sobre problemas reais da ilha”, explicou o diretor de inovações da Seduc, Rafael Herdy.

A partir do dia a dia no Combu, alunos desenvolveram os jogos 'Urubu Bomber', 'Guardiões da Praia' e 'Memórias da Amazônia'

A imersão fortaleceu o protagonismo estudantil, o sentimento de pertencimento e a consciência ambiental, mostrando que eles também podem criar tecnologia, inovar e desenvolver soluções conectadas à realidade amazônica.

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Ao final, o entusiasmo e o orgulho de cada grupo ao apresentar seus jogos foi a confirmação de que a aprendizagem ganha ainda mais significado quando nasce da própria vivência dos estudantes.