Texto: Josy Rodrigues Donato/Ascom Semus Gurupi
Fotos: Lino Vargas/Secom Gurupi
A Prefeitura de Gurupi, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, iniciará a oferta do Implanon, implante contraceptivo subdérmico considerado um dos métodos mais modernos e eficazes da atualidade, a partir do mês de abril na rede pública de saúde do município.
Nesta primeira etapa, Gurupi recebeu 226 unidades do método enviadas pelo Ministério da Saúde. Devido ao quantitativo limitado, o acesso ao implante seguirá critérios rigorosos de elegibilidade, priorizando mulheres que apresentem indicação clínica conforme os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
Antes do início da oferta do serviço, os profissionais das Unidades de Saúde da Família passarão por capacitação específica sobre o fluxo de atendimento e os critérios para indicação do método. A formação será ministrada pela coordenadora da Clínica da Mulher, Clara Marrafon, e pela médica ginecologista Marcosa Azevedo.
A secretária municipal de Saúde, Luana Nunes, destaca que a etapa de preparação das equipes é fundamental para garantir segurança e organização no atendimento. “Estamos preparando nossas equipes para que o atendimento seja feito de forma responsável e seguindo critérios técnicos bem definidos. Como recebemos um número limitado de implantes, é importante que a indicação seja feita com rigor, garantindo que o método chegue às mulheres que realmente apresentam necessidade clínica”, afirmou.
Acesso
O acesso ao Implanon começará pela avaliação com enfermeiro (a) e/ou médico (a) nas Unidades de Saúde da Família (USF). Caso a paciente atenda aos critérios, ela será encaminhada para a Clínica da Mulher, onde será realizada a avaliação final e a inserção do implante por profissionais habilitados.
O Implanon é um implante contraceptivo colocado sob a pele do braço e tem duração de até três anos, sendo considerado um dos métodos mais eficazes para prevenção da gravidez. Além da função contraceptiva, também pode ser indicado em alguns casos clínicos, como para mulheres sofrem com doenças como endometriose, adenomiose e sangramentos uterinos disfuncionais, entre outras situações definidas pelos protocolos de saúde.