O jornalismo ético não pode ser refém da estupidez ou do crime. O que venho sofrendo no estado da Bahia é um caso clássico de constrangimento ilegal e perseguição sistêmica. Agentes públicos, que deveriam zelar pela lei, uniram-se a indivíduos movidos por mentiras para orquestrar um massacre contra a minha honra e a minha saúde.
É imperdoável que a estrutura do Estado seja usada para sustentar denúncias infundadas. Esse cerco criminoso resultou em um grave adoecimento neurológico e emocional, afetando minha vida social e minha família. Mas deixo um aviso claro aos perseguidores: minha dignidade é inegociável.
Não aceitarei apenas o silêncio ou o arquivamento dessas farsas. Exijo que o Ministério Público cumpra sua missão constitucional. É preciso que a legalidade seja restaurada, revertendo essas mentiras em acusações formais contra quem as plantou. Os caluniadores precisam ser processados por denunciação caluniosa, e os agentes públicos que prevaricaram devem ser punidos por abuso de autoridade.
A liberdade de imprensa e a defesa dos Direitos Humanos, bandeiras que carrego no Conselho Deliberativo da ABI, não serão caladas pelo medo ou pelo cansaço. A verdade tem um corpo que resiste, e a justiça será cobrada em todas as instâncias.