
Santa Catarina teve o segundo melhor desempenho do país no período. Consumo das famílias puxou a elevação de vendas – Foto: Ricardo Trida/Secom
O volume de vendas do comércio varejista de Santa Catarina registrou alta de 6,3% no primeiro trimestre de 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado. O percentual é o segundo maior do país entre janeiro e março, atrás apenas do Amapá (11,6%), porém bem à frente da média brasileira de 1,2%. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta semana e consolidam o momento positivo da economia catarinense.
O governador Jorginho Mello atribui o bom resultado à geração de emprego e renda e ao empreendedorismo. “Santa Catarina é lugar de oportunidade, com gente trabalhadora e um governo estadual que apoia o ambiente de negócios. Por isso somos destaque nacional na geração de vagas de trabalho e na abertura de empresas . Com mais dinheiro na mão, o catarinense vai às compras e movimenta o comércio de todo o estado”, afirma.
O crescimento de 6,3% em Santa Catarina é, portanto, o maior da região Sul, superando o Rio Grande do Sul (4,8%) e o Paraná (1,2%). O percentual também foi superior a estados como Espírito Santo (3,9%), Minas Gerais (1,8%), São Paulo (0,2%), e Rio de Janeiro (-2,7%).

Dos 11 segmentos do comércio varejista pesquisados pelo IBGE, nove registraram saldo positivo no primeiro trimestre de 2025. Os destaques são as vendas de artigos de uso pessoal e doméstico (17,2%) e vestuário e calçados (9,9%). A comercialização de móveis e eletrodomésticos (7%) bem como em hipermercados e supermercados (6,5%) também cresceu.
“Os números revelam que o catarinense está comprando mais, resultado do aumento da renda, que chegou a 14% no ano passado . Esse cenário é fruto do aquecimento da economia de Santa Catarina, que recebe grandes investimentos devido à sua mão de obra qualificada, aos portos competitivos e ao apoio oferecido pelo Governo do Estado. Não por acaso somos a economia que mais cresce no país”, afirma o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck.
Entre os demais segmentos do comércio analisados pelo IBGE, houve elevação no consumo de artigos de farmácia (5,8%) bem como de combustíveis e lubrificantes (4,6%). Contudo, as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria (-3,5%) e de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-10,3%) acumularam perdas no período.
Conforme os dados do IBGE, o resultado também foi positivo no comércio varejista ampliado, que avalia mais setores em relação ao comércio varejista restrito. As vendas de materiais de construção, por exemplo, se destacaram no primeiro trimestre, com alta de 9,7%. A comercialização de veículos, motos e peças também avançou, com 9,1% de alta. No entanto, as vendas de atacados oscilaram negativamente em -0,4%.
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